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História e progresso em Emanuel Kant

  • Autores: Antonio Djalma Braga Junior
  • Localización: Aufklärung: revista de filosofia, ISSN-e 2318-9428, Vol. 7, Nº. 1, 2020 (Ejemplar dedicado a: Janeiro-Abril. Edição Regular), págs. 117-128
  • Idioma: portugués
  • Títulos paralelos:
    • History and Progress in Immanuel Kant
  • Enlaces
  • Resumen
    • English

      Abstract: Kant's IaG is a reference for history studies because it gives us a speculative conception of this discipline. This work also points us to the moral background that this speculative conception of history intends to demonstrate. Therefore, we can analyze Kant's philosophy of history as a complement to his moral philosophy. The question that must be asked before such a position is exactly this: how can the philosopher demonstrate these results? The answer to this leads us to the thesis of progress in Kant's philosophy of history, but which is somewhat common in the eighteenth century: the History would only make sense if it could be understood from the notion of continuous progress. Kant seeks to defend the possibility, in the field of history, that Nature or Providence is executing a long-term plan that will bring benefits to humanity as a species, even though it requires the sacrifice of its welfare as an individual. Kant demonstrates that we can understand with reason, and its inventive capacity, that humanity is in full development throughout the course of history, even though we cannot see development in the individual but only in the species.

    • português

      A obra IaG de Kant é uma referência para os estudos sobre a história porque nos apresenta uma concepção especulativa dessa disciplina. Essa obra também nos aponta o pano de fundo moral que essa concepção especulativa da história pretende demonstrar. Por isso, podemos analisar a filosofia da história de Kant como um complemento de sua filosofia moral. A pergunta que deve ser feita diante de tal posicionamento é exatamente essa: como o filósofo consegue demonstrar estes resultados? A resposta a isso nos leva à tese do progresso na filosofia da história de Kant, mas que de certa forma é bastante comum no século XVIII: a história só teria sentido se pudesse ser compreendida a partir da noção de um progresso contínuo. Kant procura defender a possibilidade, no campo da história, de que a Natureza ou a Providência esteja executando um plano a longo prazo que trará benefícios à humanidade enquanto espécie, ainda que exija o sacrifício do bem-estar da mesma enquanto indivíduo. Kant demonstra que podemos compreender com a razão, e sua capacidade inventiva, que a humanidade está em pleno desenvolvimento ao longo do curso da história, ainda que não possamos ver o desenvolvimento no indivíduo, mas apenas na espécie.


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