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Preservação da qualidade pós-colheita de carambola com solução filmogênica de quitosana

  • Autores: Alex Guimarães Sanches, Maryelle Barros da Silva, Edmarcos Xavier dos Santos, Fernando Maia, Carlos Alberto Martins Cordeiro
  • Localización: Acta Iguazu, ISSN-e 2316-4093, Vol. 6, Nº. 2, 2017, págs. 98-111
  • Idioma: portugués
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  • Resumen
    • A fisiologia pós-colheita da carambola é marcada por uma série de transformações que favorecem a perda de qualidade com o tempo de armazenamento, podendo-se destacar a elevada perda de água, o amolecimento da polpa, o ataque de microorganismos, a perda de coloração natural dentre outros. Com o intuito de minimizar esses efeitos, o presente trabalho teve por objetivo avaliar diferentes concentrações de quitosana como biofilme na preservação dos constituintes físico-químicos durante o armazenamento refrigerado dessa fruta. O experimento foi conduzido em DIC fatorial 4x5 com quatro repetições e as análises de perda de massa fresca, firmeza dos frutos, coloração da casca (H° e C), sólidos solúveis totais, acidez titulável, pH, teor de ácido ascórbico, e ocorrência de podridões foram realizadas a cada quatro dias. Houve efeito significativo da quitosana em relação ao tratamento controle para todas as características avaliadas a nível de 1 e 5% com o tempo de armazenamento dos frutos. Apesar de pouco haver diferença estatística entre as concentrações de 2,0 e 3,0% os melhores benefícios quanto ao controle da maturação com os dias de análise são verificados nos frutos revestidos com 2,0% de quitosana. O armazenamento refrigerado das carambolas favoreceu o não aparecimento de fungos que causadores de podridão dos frutos.


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