Argentina
Esta investigación en curso critica la urbanización extractivista en humedales del AMBA, tomando como caso de estudio Belén de Escobar. Desde un enfoque ecofeminista y multiespecie, se propone un sistema urbano alternativo con estructuras neovernáculas de madera, autoconstruibles y colectivas. El objetivo es fomentar un urbanismo cooperativo que, sin sacrificar densidad, se integre ecológicamente en el territorio anfibio, articulando escala territorial, arquitectónica y material. La hipótesis sostiene que es posible alcanzar densidades equivalentes al urbanismo convencional, pero mediante estrategias cooperativas, ecológicamente regenerativas y socialmente justas, fomentando la convivencia entre formas de vida humanas y no humanas.
This ongoing research critiques extractivist urbanization in the wetlands of the Buenos Aires Metropolitan Area (AMBA), using Belén de Escobar as a case study. From an ecofeminist and multispecies perspective, it proposes an alternative urban system with neo-vernacular, self-build, and collective wood structures. The goal is to promote cooperative urbanism that, without sacrificing density, integrates ecologically into the amphibious territory, articulating territorial, architectural, and material scales. The hypothesis argues that achieving densities equivalent to conventional urbanism is possible through cooperative, ecologically regenerative, and socially just strategies, fostering coexistence between human and non-human life forms.
Esta pesquisa em andamento critica a urbanização extrativista em zonas úmidas da Área Metropolitana de Buenos Aires (AMBA), tomando Belén de Escobar como estudo de caso. A partir de uma perspectiva ecofeminista e multiespécie, propõe um sistema urbano alternativo com estruturas neovernaculares de madeira, auto-constrúveis e coletivas. O objetivo é fomentar um urbanismo cooperativo que, sem sacrificar densidade, integre-se ecologicamente ao território anfíbio, articulando escalas territorial, arquitetônica e material. A hipótese sustenta que é possível alcançar densidades equivalentes ao urbanismo convencional, mas por meio de estratégias cooperativas, ecologicamente regenerativas e socialmente justas, promovendo a convivência entre formas de vida humanas e não humanas.
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