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Ana Flávia dos Reis
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Raoni de Oliveira Inácio
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Ana Flávia Rezende
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Brasil
Este estudio tuvo como objetivo analizar la calidad de vida en el trabajo en el sector minero, comparando empleados directos y trabajadores subcontratados. Se llevó a cabo una encuesta en línea con 252 participantes. Los datos fueron analizados mediante la prueba de Levene y la prueba t para muestras independientes. Con base en los resultados, se observó un patrón consistente:
los empleados directos perciben mejores condiciones laborales, mayor reconocimiento, más oportunidades de desarrollo y mayor apoyo organizacional que los subcontratados. Se concluye, por lo tanto, que la subcontratación, tal como se practica actualmente en el sector minero, puede estar asociada con experiencias laborales más limitadas, evidenciando desigualdades estructurales que afectan negativamente la calidad de vida de estos trabajadores.
This study aimed to analyze quality of work life in the mining sector by comparing direct employees and outsourced workers. An online survey was conducted with 252 respondents. The data were analyzed using Levene’s test and the independent samples t-test. Based on the results, a consistent pattern was identified: direct employees perceive better working conditions, greater recognition, more development opportunities, and stronger organizational support than outsourced workers. It is therefore concluded that outsourcing, as currently practiced in the mining industry, may be associated with more limited work experiences, highlighting structural inequalities that negatively affect these workers’ quality of work life.
Este estudo teve como objetivo analisar a qualidade de vida no trabalho na mineração, comparando funcionários diretos e trabalhadores terceirizados. Realizou-se uma survey online que contou com 252 respondentes. Os dados foram analisados aplicando-se o teste de Levene e o teste t para amostras independentes. Com base nos resultados, constatou-se um padrão consistente: funcionários diretos percebem melhores condições de trabalho, maior reconhecimento, mais oportunidades de desenvolvimento e maior apoio organizacional que os terceirizados. Conclui-se, portanto, que a terceirização, tal como praticada atualmente no setor de mineração, pode estar associada a experiências laborais mais limitadas, evidenciando desigualdades estruturais que afetam negativamente a qualidade de vida desses trabalhadores.
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