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The Hidden Costs of Brazilian Journalism: Precarity and Violence Against Women Journalists

    1. [1] University of Siegen

      University of Siegen

      Kreis Siegen-Wittgenstein, Alemania

    2. [2] Universidade Federal de Santa Catarina

      Universidade Federal de Santa Catarina

      Brasil

  • Localización: Comunicação e Sociedade, ISSN-e 2183-3575, ISSN 1645-2089, Nº. 49, 2026
  • Idioma: inglés
  • Títulos paralelos:
    • O Custo Oculto do Jornalismo Brasileiro: Precariedade e Violências Contra Mulheres na Profissão
  • Enlaces
  • Resumen
    • English

      The crises and transformations affecting journalism over the past decade have shaped journalists’ work in multiple ways — both generally and with specific consequences for women. This article examines how dimensions of labour casualisation and work-related risks disproportionately burden Brazilian women journalists and how this affects their physical and mental health. The analysis is based on a comparison between men and women, assessing working conditions, health outcomes, and the forms of violence experienced as a result of professional activity. The study draws on data from Perfil do Jornalista Brasileiro (Profile of the Brazilian Journalist; Lima et al., 2022), a demographic survey conducted with 3,100 respondents between August and October 2021. The principal finding indicates that the scenario is challenging for both genders, with women experiencing the effects of the sector’s crisis with particular intensity across all dimensions. This may contribute to the process of defeminisation of Brazilian journalism — or the reduction in the number of women in the profession — over the past decade. Women were found to be more vulnerable to work-related health problems and to forms of violence arising from interpersonal relationships with colleagues and managers, which professional routines and practices may obscure. In contrast, male journalists are more likely to be exposed to external aggressors.

    • português

      As crises e transformações do jornalismo na última década afetaram, de diversas formas, o trabalho dos jornalistas, em geral, e das mulheres, em particular. Neste artigo, observamos que dimensões da precarização e riscos ligados ao trabalho sobrecaem mais sobre as jornalistas brasileiras e como isso afeta a sua saúde física e mental. A investigação é feita a partir da comparação entre homens e mulheres, observando as condições de trabalho, a saúde e quais as violências sofridas por conta da atividade laboral. Fazemos isso com base na análise dos dados da pesquisa Perfil do Jornalista Brasileiro (Lima et al., 2022), um estudo demográfico que ouviu 3.100 pessoas entre agosto e outubro de 2021. O principal resultado demonstra que o cenário é negativo para ambos os gêneros, mas com as mulheres a sofrerem com particular intensidade os efeitos da crise do setor em todos os âmbitos, o que pode impulsionar o processo de desfeminilização ou diminuição do número de mulheres jornalistas, verificado na última década no país. Observou-se que as mulheres estão mais vulneráveis a problemas de saúde relacionados com o trabalho e a violências decorrentes do relacionamento interpessoal entre colegas e chefias, as quais podem ser mascaradas pelas rotinas e práticas profissionais; enquanto os jornalistas acabam mais expostos a agressores externos.


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