Colombia
En este trabajo se buscó analizar el modelo de gestión territorial del agua desde la EAAB, así como los efectos hidroterritoriales generados en Fómeque a partir del Sistema Chingaza, que provee el 70% del agua a Bogotá. La metodología empleó un estudio de caso con 30 entrevistas a habitantes locales, funcionarios y líderes comunitarios, observación participante en espacios organizativos y análisis documental, sistematizado con Nvivo. Desde la ecología política del agua, se examina cómo este Sistema generó desterritorialización campesina y reconfiguró relaciones de poder en torno al recurso hídrico. Los resultados revelan un caso de injusticia hidroterritorial donde la EAAB concentra decisiones mientras las comunidades locales son sistemáticamente excluidas. La discusión plantea que la crisis hídrica (2024-2025) evidencia la urgencia de transitar hacia una gobernanza policéntrica que reconozca interdependencias ecológicas, derechos territoriales y gestión comunitaria del agua.
Résumé Cette étude a analysé le modèle de gestion territoriale de l'eau de l'EAAB ainsi que les effets hydroterritoriaux générés à Fómeque par le Système Chingaza, qui fournit 70% de l'eau de Bogotá. La méthodologie a employé une étude de cas avec 30 entretiens d'habitants locaux, fonctionnaires et leaders communautaires, observation participante dans les espaces organisationnels et analyse documentaire, systématisée avec Nvivo. Depuis l'écologie politique de l'eau, elle examiné comment ce Système a généré une déterritorialisation paysanne et reconfiguré les relations de pouvoir autour de la ressource hydrique. Les résultats révèlent un cas d'injustice hydroterritoriale où l'EAAB concentre les décisions tandis que les communautés locales sont systématiquement exclues. La discussion soutient que la crise hydrique (2024-2025) évidence l'urgence de transiter vers une gouvernance polycentrique qui reconnaisse les interdépendances écologiques, les droits territoriaux et la gestion communautaire de l'eau.
Este trabalho analisou o modelo de gestão territorial da água da EAAB e os efeitos hidoterritoriais gerados em Fómeque pelo Sistema Chingaza, que fornece 70% da água de Bogotá. A metodologia empregou estudo de caso com 30 entrevistas a moradores locais, funcionários e líderes comunitários, observação participante em espaços organizativos e análise documental, sistematizada com Nvivo. Desde a ecologia política da água, examina como este Sistema gerou desterritorialização camponesa e reconfigurou relações de poder em torno do recurso hídrico. Os resultados revelam um caso de injustiça hidroterritorial onde a EAAB concentra decisões enquanto as comunidades locais são sistematicamente excluídas. A discussão argumenta que a crise hídrica (2024-2025) evidencia a urgência de transitar para uma governança policêntrica que reconheça interdependências ecológicas, direitos territoriais e gestão comunitária da água.
This study analyzed the territorial water management model of EAAB and the hydroterritorial effects generated in Fómeque by the Chingaza System, which provides 70% of Bogotá's water. The methodology employed a case study with 30 interviews of local residents, officials and community leaders, participant observation in organizational spaces, and documentary analysis, systematized with Nvivo. From a political ecology of water perspective, it examines how this System generated peasant deterritorialization and reconfigured power relations around water resources. Results reveal a case of hydroterritorial injustice where EAAB concentrates decisions while local communities are systematically excluded. The discussion argues that the water crisis (2024-2025) evidences the urgency of transitioning toward polycentric governance that recognizes ecological interdependencies, territorial rights, and community water management.
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