En este artículo se argumenta acerca del modo en que el «sujeto complacido» deviene como subjetividad consustancial a la economía del conocimiento. La inquietud central cuestiona el modo en que operan el transhumanismo y la inteligencia artificial en el proceso de subjetivación. La tesis que se sostiene afirma que el «sujeto complacido» es una forma de subjetividad que se caracteriza por la precariedad de pensamiento crítico, la exigua capacidad de elección autónoma y la deficiente participación política del sujeto en la economía del conocimiento. Se optó por el análisis político de discurso como horizonte de intelección, el cual permitió atender la inquietud central a través de cuatro registros analíticos: crisis epocal, educación automatizada, algoritmización de lo político y deliberación pública digital. Se concluye que el «sujeto complacido» devela la convergencia entre automatización educativa, algoritmización de la decisión y mutaciones de la deliberación pública.
This article discusses how the “satisfied subject” becomes a subjectivity inherent to the knowledge economy. The central concern questions how transhumanism and artificial intelligence operate in the process of subjectivation. The thesis supported affirms that the “satisfied subject” is a form of subjectivity characterized by the precariousness of critical thinking, the limited capacity for autonomous choice, and the deficient political participation of the subject in the knowledge economy. Political Discourse Analysis was chosen as the horizon of understanding, which allowed us to address the central concern through four analytical registers: epochal crisis, automated education, algorithmization of politics, and digital public deliberation. It is concluded that the “satisfied subject” reveals the convergence between educational automation, algorithmization of decision-making, and mutations in public deliberation.
Afirma-se que na condição epocal atual é possível a configuração identitária do que Ordoñez (2022) concebe como sujeito complacente. Os argumentos são estruturados considerando o transumanismo e a Inteligência Artificial como ideias-força que precarizam o pensamento, a capacidade de escolha e a participação política do sujeito na economia do conhecimento.
A emergência do sujeito complacente é explicada a partir de um horizonte de intelecção que assume a ineradicabilidade da IA na era digital e argumenta a emergência de um novo modo de existência humana, o pós-humano.
A exposição do conteúdo é realizada em três registros analíticos: a) crise: mudança epocal, transições e sujeito complacente, b) educação e automação, c) algoritmização e decisão política e d) deliberação pública digital. O artigo é produto de um trabalho investigativo em andamento que está sendo realizado no Departamento de Pesquisa da Universidade Pedagógica Veracruzana, intitulado “Reformas e políticas educativas no México durante o período 1994 – 2024. Historicidade, politicidade e virtualidade”.
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