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Worlds of freedom and unfreedom: the totalitarian imaginaries of Lewis Grassic Gibbon’s Gay Hunter and Antoni Słonimski’s two ends of the world

    1. [1] Universidade de Coimbra

      Universidade de Coimbra

      Coimbra (Sé Nova), Portugal

  • Localización: Biblos: Revista da Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra, ISSN-e 2183-7139, ISSN 0870-4112, Num. 11, 2025 (Ejemplar dedicado a: Liberdade), págs. 367-387
  • Idioma: inglés
  • Títulos paralelos:
    • Mundos de liberdade e falta de liberdade: os imaginários totalitários de Gay Hunter, de Lewis Grassic Gibbon, e de Two Ends of the World, de Antoni SÅ‚onimski
  • Enlaces
  • Resumen
    • English

      Este artigo analisa a representação de futuros totalitários em duas obras escritas no período entre-guer-ras, Gay Hunter de Lewis Grassic Gibbon (1934) e Dois Fins do Mundo de Antoni Słonimski (1937). Nos dois romances, a ascensão do Fascismo, apoiada no uso de tecnologia avançada, mostra-se dire-tamente responsável pela destruição do mundo conhecido e pela supressão da liberdade individual e coletiva. Ao mesmo tempo que abordam a ascensão do totalitarismo, ambos os autores imaginam o regresso da Humanidade a um estado mais primitivo, ainda que com propósitos distintos. Este arti-go explora, portanto, as intersecções bem como as diferenças das percepções que os autores têm da modernidade, do progresso, da civilização e do primitivismo, como aspetos cruciais à extrapolação do destino da Humanidade.

    • português

      This paper analyses the visions of totalitarian futures in two works written in the interwar period, name-ly Lewis Grassic Gibbon’s Gay Hunter (1934) and Antoni Słonimski’s Two Ends of the World (1937). In both novels, the rise of Fascism, supported by the use of advanced technologies, is shown as directly responsible for the destruction of the known world and for the suppression of individual and collective freedom. While addressing the rise of totalitarianism, both authors also envision humanity’s return to a more primitive state, however, for different purposes. This paper, therefore, explores the intersections as well as differences in the authors’ perceptions of modernity, progress, civilisation and primitivism, as crucial to their extrapolations of humankind’s destiny.


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