La cafeína es ampliamente utilizada por los culturistas, quienes la ingieren antes del entrenamiento. Su uso se debe a su reconocido potencial ergogénico en el contexto deportivo, siendo empleada como estrategia para optimizar la preparación, la disposición y la intensidad del entrenamiento de fuerza. Objetivo: Este estudio tuvo como objetivo investigar el efecto ergogénico de la cafeína en el rendimiento de la fuerza muscular, evaluado a través de la prueba de una repetición máxima (1RM) en cuatro ejercicios de resistencia: curl de bíceps, extensión de tríceps con cuerda, prensa de piernas y extensión de piernas. Material y métodos: Se utilizó un diseño cruzado, doble ciego y controlado con placebo con 11 participantes. Los voluntarios realizaron las pruebas de 1RM en dos ocasiones separadas, recibiendo aleatoriamente cafeína (6 mg/kg) o placebo. Los datos se analizaron utilizando pruebas pareadas (prueba t pareada o prueba de Wilcoxon pareada, según la distribución de los datos), con un nivel de significancia de p < 0,05. Resultados: No hubo diferencia estadísticamente significativa entre la cafeína y el placebo en el rendimiento de la fuerza muscular en los ejercicios evaluados, lo que sugiere que el efecto de la cafeína puede variar según el tipo de ejercicio y las características individuales. Conclusión: Se necesitan estudios futuros con muestras más grandes, mayor control de las variables individuales y análisis genéticos para aclarar los mecanismos e identificar perfiles que respondan a la suplementación con cafeína en el entrenamiento de fuerza.
Caffeine is widely consumed by resistance training practitioners, particularly when ingested prior to exercise. Its use is associated with its recognized ergogenic potential in the sports context, being employed as a strategy to enhance readiness, alertness, and training intensity during strength training sessions. Objective: This study aimed to investigate the ergogenic effects of caffeine on muscular strength performance, assessed through the one-repetition maximum (1RM) test in four resistance exercises: barbell curl, cable triceps pushdown, leg press, and knee extension. Materials and Methods: A randomized, double-blind, placebo-controlled crossover design was adopted, involving 11 participants. The volunteers performed 1RM tests on two separate occasions, receiving either caffeine (6 mg/kg) or placebo in a randomized order. Data were analyzed using paired statistical tests (paired t-test or Wilcoxon signed-rank test, according to data distribution), with a significance level set at p < 0.05. Results: No statistically significant differences were observed between the caffeine and placebo conditions in muscular strength performance across the exercises evaluated, suggesting that the ergogenic effects of caffeine may vary according to exercise type and individual characteristics. Conclusion: Future studies with larger sample sizes, greater control of individual variables, and the inclusion of genetic analyses are necessary to clarify the underlying mechanisms and to identify responder profiles to caffeine supplementation in strength training.
A cafeína é amplamente utilizada por praticantes de musculação, ingeridas antes do treino. Seu uso se deve ao potencial ergogênico reconhecido no contexto esportivo, sendo empregada como estratégia para otimizar a preparação, a disposição e a intensidade dos treinos de força. Objetivo: O presente estudo teve como objetivo investigar o efeito ergogênico da cafeína sobre o desempenho de força muscular, avaliado através do teste de uma repetição máxima (1RM) em quatro exercícios resistidos: rosca direta, tríceps na corda, leg press e cadeira extensora. Material e Métodos: Foi utilizado um delineamento crossover, duplo-cego, controlado por placebo, com 11 participantes. Os voluntários realizaram os testes de 1RM em duas ocasiões distintas, recebendo aleatoriamente cafeína (6 mg/kg) ou placebo. Os dados foram analisados utilizando testes pareados (teste t pareado ou Wilcoxon pareado, conforme distribuição dos dados), com nível de significância de p < 0,05. Resultados: Não houve diferença estatisticamente significativa entre cafeína e placebo sobre o desempenho de força muscular nos exercícios avaliado o que sugerem que o efeito da cafeína pode variar conforme o tipo de exercício e características individuais. Conclusão: Estudos futuros com amostras maiores, maior controle de variáveis individuais e análises genéticas são necessários para esclarecer os mecanismos e identificar perfis responsivos à suplementação de cafeína em exercícios de força.
La caffeina è ampiamente utilizzata dai culturisti, assunta prima dell'allenamento. Il suo utilizzo è dovuto al suo riconosciuto potenziale ergogenico in ambito sportivo, essendo impiegata come strategia per ottimizzare la preparazione, la predisposizione e l'intensità dell'allenamento di forza. Obiettivo: Questo studio si proponeva di indagare l'effetto ergogenico della caffeina sulla prestazione di forza muscolare, valutata attraverso il test del massimale su una ripetizione (1RM) in quattro esercizi di resistenza: curl per bicipiti, estensione del tricipite con corda, leg press e leg extension. Materiali e Metodi: È stato utilizzato un disegno crossover, in doppio cieco, controllato con placebo, con 11 partecipanti. I volontari hanno eseguito i test 1RM in due occasioni separate, ricevendo in modo casuale caffeina (6 mg/kg) o placebo. I dati sono stati analizzati utilizzando test appaiati (t-test appaiato o test di Wilcoxon appaiato, a seconda della distribuzione dei dati), con un livello di significatività di p < 0,05. Risultati: Non è stata riscontrata alcuna differenza statisticamente significativa tra caffeina e placebo sulla prestazione di forza muscolare negli esercizi valutati, il che suggerisce che l'effetto della caffeina può variare a seconda del tipo di esercizio e delle caratteristiche individuali. Conclusione: Sono necessari studi futuri con campioni più ampi, un maggiore controllo delle variabili individuali e analisi genetiche per chiarire i meccanismi e identificare i profili responsivi all'integrazione di caffeina nell'allenamento di forza.
A cafeína é muito utilizada pelos praticantes de musculação, ingerida antes do treino. A sua utilização deve-se ao potencial ergogénico reconhecido no contexto desportivo, sendo empregue como estratégia para otimizar a preparação, a disposição e a intensidade dos treinos de força. Objectivo: O presente estudo teve como objectivo investigar o efeito ergogénico da cafeína no desempenho de força muscular, avaliado através do teste de uma repetição máxima (1RM) em quatro exercícios resistidos: rosca directa, tríceps na corda, leg press e cadeira extensora. Material e Métodos: Foi utilizado um delineamento crossover, duplo-cego, controlado por placebo, com 11 participantes. Os voluntários realizaram os testes de 1RM em duas ocasiões distintas, recebendo aleatoriamente cafeína (6 mg/kg) ou placebo. Os dados foram analisados através de testes pareados (teste t pareado ou Wilcoxon pareado, de acordo com a distribuição dos dados), com um nível de significância de p < 0,05. Resultados: Não houve diferença estatisticamente significativa entre cafeína e placebo sobre o desempenho de força muscular nos exercícios avaliados o que sugerem que o efeito da cafeína pode variar conforme o tipo de exercício e características individuais. Conclusão: Estudos futuros com amostras maiores, maior controlo das variáveis individuais e análises genéticas são necessários para esclarecer os mecanismos e identificar perfis responsivos à suplementação de cafeína em exercícios de força.
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