Coimbra (Sé Nova), Portugal
After four years drifting apart, the election of Joe Biden represented a window of opportunity to rekindle the US-European Union relation, that both actors appear keen to seize. The eu’s proactive stance and the first deci sions and actions of the new us Presi dent are positive signs. But the new transatlantic partnership is not free from challenges. The Biden Adminis tration faces a long “repair work”, both at the external and domestic levels. The eu has to avoid the temp tation of “lazy Atlanticism”, which might stop it from balancing partner ship and autonomy
Depois de quatro anos de afastamento, a eleição de Joe Biden representou uma janela de oportuni dade para reavivar a relação entre os Estados Unidos e a União Europeia (ue), que os dois atores parecem decididos a aproveitar. A proatividade da ue e as primeiras decisões e ações do novo Presidente dos Estados Uni dos são sinais positivos. Mas a nova parceria transatlântica não está isenta de desafios. A Administração Biden tem pela frente um longo «trabalho de reparação», nos planos externo e doméstico. A ue tem de evitar a ten tação de um «atlantismo preguiçoso», que a impeça de equilibrar parceria com autonomia.
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