Este artículo abre la reflexión sobre el lugar de quienes narran la historia de opresión de las mujeres en Colombia alrededor del conflicto armado, en su condición de víctimas de un sistema patriarcal que se ha valido de la violencia, la fuerza y el despojo, para someter a través de prácticas de guerra que se ensañan contra sus corporalidades. Trascender el conflicto y avanzar hacia la libertad y las capacidades que promueven el buen y el saber vivir como una apuesta re-existente y decolonial, obliga a pensarse en la ruta propuesta desde un giro femenino que en tiempo presente, posibilite validar un modo alterno de resignificar las vidas femeninas, considerando factores externos político-económicos y modos de relacionamiento socio-cultural, pero en especial, mediante la vinculación de prácticas que desde el ser, a través del cuerpo, lo estético y lo sensible, posibiliten experienciar y concienciar lo vivido, para repararse en dignidad y cuidado de la vida.
This article reflects upon the place of those who narrate the history of the oppression of women in Colombia within the armed conflict. The article addresses women’s particular condition as victims of a patriarchal system that has used violence, force, and dispossession to subdue them through war practices that entail violence against their corporealities. Transcending the armed conflict to achieve freedom, developing a skillset that promotes good living and knowing how to live as a re-existing, and a decolonial bet, forces us to think about the proposed route from a feminine turn that in the present time, makes it possible to validate an alternative way of re-signifying feminine lives, considering external political-economic factors and modes of socio-cultural relationships, but especially, through the linking of practices that from the being, through the body, the aesthetic and the sensitive, make it possible to experience and raise awareness of what has been lived, to repair itself in dignity and care for life.
Este artigo propõe uma reflexão sobre o lugar de quem narra a história de opressão das mulheres na Colômbia em torno do conflito armado, na sua condição de víti-mas de um sistema patriarcal que tem usado a violência, a força e a desapropriação para as subjugar através de práticas de guerra que atentam contra as suas corporei-dades. Transcender o conflito armado, avançar para a li-berdade e desenvolver as capacidades necessárias para promover o bem viver e o saber viver como uma apos-ta re-existente e descolonial, obriga-nos a pensar numa via de ação a partir de um feminine turn que permita validar uma forma alternativa de re-significar a vida das mulheres. Este processo implica considerar os factores político-económicos externos e os modos de relações socioculturais, nomeadamente através da articulação de práticas que, a partir do ser através do corpo, do estético e do sensível, possibilitem a experiência e a tomada de consciência do vivido, para se reparar na dignidade e no cuidado com a vida
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