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O feminismo e sua sombra: o antifeminismo de Ana Campagnolo

    1. [1] Universidade Federal Fluminense

      Universidade Federal Fluminense

      Brasil

    2. [2] Universidade do Estado do Rio de Janeiro

      Universidade do Estado do Rio de Janeiro

      Brasil

    3. [3] Fundação Casa de Rui Barbosa
  • Localización: Revista Estudos Feministas (REF), ISSN-e 1806-9584, ISSN 0104-026X, Vol. 34, Nº. 1, 2026
  • Idioma: portugués
  • Títulos paralelos:
    • El feminismo y su sombra: el antifeminismo de Ana Campagnolo
    • Feminism and its shadow: Ana Campagnolo’s antifeminism
  • Enlaces
  • Resumen
    • español

      El presente artículo analiza la narrativa histórica antifeminista de Ana Campagnolo en Feminismo: Perversión y Subversión. A partir de la sociología histórica y la teoría de la historia, el análisis de su discurso historiográfico revela una tensión: en su crítica a la memoria social feminista, Campagnolo reproduce sus mismas premisas problemáticas, presentando el feminismo como un movimiento monolítico, cohesionado y teleológico. Su argumento articula una aplicación selectiva de la relación entre agencia, estructura y cambio social, presentando a las feministas como artífices de la revolución sexual y de los cambios estructurales en la familia y el matrimonio, pero no así de la conquista de derechos como el sufragio, el trabajo y la educación. Al desvincular los derechos de las mujeres de la identidad feminista, el libro ofrece una historia terapéutica para las lectoras, dialogando con sus aspiraciones de seguridad, autonomía y dignidad, las cuales entran en conflicto con su percepción del feminismo

    • English

      This article analyzes Ana Campagnolo’s anti-feminist historical narrative in Feminism: Perversion and Subversion. Drawing on historical sociology and the theory of history, the analysis of her historiographical discourse reveals a tension: in her critique of feminist social memory, Campagnolo reproduces its very same problematic premises, presenting feminism as a monolithic, cohesive, and teleological movement. Her argument articulates a selective application of the relationship between agency, structure, and social change, portraying feminists as the architects of the sexual revolution and of structural shifts in family and marriage, yet not of the achievement of rights such as suffrage, work, and education. By decoupling women’s rights from a feminist identity, the book provides a therapeutic history for its readers, engaging with their aspirations for security, autonomy, and dignity, which stand in conflict with their perception of feminism

    • português

      Este artigo analisa a narrativa histórica antifeminista de Ana Campagnolo em Feminismo: Perversão e Subversão. A análise de seu discurso historiográfico, à luz da teoria da história e da sociologia histórica, revela uma tensão: ao criticar a memória social feminista, Campagnolo reproduz suas mesmas premissas problemáticas, tratando o feminismo como um movimento único, coeso e teleológico. Seu argumento articula uma aplicação seletiva da relação entre agência, estrutura e mudança social: as feministas são retratadas como artífices da revolução sexual e das mudanças estruturais na família e casamento, mas não da conquista do direito ao voto, trabalho e educação. Ao separar direitos femininos da identidade feminista, a obra oferece uma história terapêutica às leitoras, dialogando com aspirações por segurança, autonomia e dignidade que estão em conflito com sua percepção do que é feminismo.


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