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Teresa Kleba Lisboa
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Brasil
Muy pocas alcaldesas de Santa Catarina se identifican como feministas. La mayoría de ellas desconoce el significado de este concepto, afirmando ser femeninas. Así se refuerza la idea de antagonismo entre esos dos conceptos. Sin embargo, varias han presentado un modelo de feminidad que incluye la posibilidad de ocupar espacios de poder. Las fuentes de este texto provienen de la investigación del proyecto “Mandonas” y del proyecto “Historia de las Mujeres Electas”, en el que entrevistamos a 30 alcaldesas de Santa Catarina entre 2022 y 2023 utilizando la metodología de Historia Oral. Veinte y seis de ellas fueron elegidas en 2020, mientras las restantes son exalcaldesas. Hemos considerado la identificación con el feminismo dentro de un enfoque histórico que implica pensar la pluralidad. Los resultados incluyen afirmaciones de estereotipos, políticas que benefician a las mujeres y declaraciones antifeministas
Very few women mayors in Santa Catarina identify as feminists. Most of them are unaware of the meaning of this concept and describe themselves as feminine, reinforcing the idea of antagonism between these two concepts. However, several presented a model of femininity that includes the possibility of occupying positions of power. The sources for this text originate from research for the “Mandonas” project and the “History of Elected Women” project, in which we interviewed 30 women mayors of Santa Catarina between 2022 and 2023, using the Oral History methodology. Of these, 26 were elected in 2020 and the others are former mayors. We considered identification with feminism within a historical approach that involves thinking about plurality. The results present affirmations of stereotypes, policies that benefit women, and anti-feminist statements
Pouquíssimas prefeitas de Santa Catarina se identificam como feministas. Grande parte delas desconhece o sentido deste conceito e se diz feminina. Elas reforçam a ideia de antagonismo entre estes dois conceitos. Entretanto, várias têm apresentado um modelo de feminilidade que inclui a possibilidade de ocupar espaços de poder. As fontes deste texto têm origem na pesquisa para o projeto “Mandonas” e para o projeto “História das Mulheres Eleitas”, nos quais entrevistamos 30 prefeitas de Santa Catarina, entre 2022 e 2023, com a metodologia da História Oral. Destas, 26 foram eleitas em 2020 e as demais são ex-prefeitas. Temos considerado a identificação com o feminismo dentro de uma abordagem histórica que implica pensar a pluralidade. Os resultados trazem afirmações de estereótipos, políticas que beneficiam as mulheres e afirmações antifeministas.
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