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Argentina
Este trabajo explora las características históricas y contingentes intervinientes en la configuración de la derecha radical en Argentina y su confrontación con los movimientos de mujeres, feministas, LGTBQ+ y de derechos humanos. En primer lugar, se problematiza el carácter inédito de la derecha radical en el país, indagando sus particularidades y las condiciones estructurales que permiten comprender su aparición en la escena política local. En segundo término, se explora el proyecto refundacional de esta expresión política al mando del poder del Estado, y sus premisas ideológicas. En tercer orden, se reconstruyen las modalidades de resistencia política y social llevadas adelante por los movimientos de mujeres y los feminismos durante los últimos cuarenta años, para concluir reflexionando sobre sus potencialidades en el escenario actual.
Este artigo explora as caraterísticas históricas e contingentes envolvidas na configuração da direita radical na Argentina e seu confronto com os movimentos de mulheres, feministas, LGTBQ+ e de direitos humanos. Em primeiro lugar, o artigo problematiza o caráter inédito da direita radical no país, investigando as suas particularidades e as condições estruturais que permitem compreender a sua emergência na cena política local. Em segundo lugar, explora o projeto de refundação desta expressão política à frente do poder estatal e suas premissas ideológicas. Em terceiro lugar, reconstrói as formas de resistência política e social levadas a cabo pelos movimentos de mulheres e pelos feminismos nos últimos quarenta anos, e conclui com uma reflexão sobre as suas potencialidades no cenário atual.
This paper explores the historical and contingent characteristics of the configuration of the radical right in Argentina and its confrontation with the women’s, feminist, LGTBQ+ and human rights movements. Firstly, the paper problematises the unprecedented character of the radical right in the country, investigating its particularities and the structural conditions that allow us to understand its emergence on the local political scene. Secondly, it explores the refoundational project of this political expression at the helm of state power, and its ideological premises. Thirdly, it reconstructs the forms of political and social resistance undertaken by women’s movements and feminisms over the last forty years, and concludes by reflecting on their potential in the current scenario
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