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Alexandre Costa-Val
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Luís Augusto Vasconcelos da Silva
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Maria Inês Costa Dourado
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Brasil
Brasil
Personas trans están expuestas a diferentes formas de violencia que generam sufrimiento. Es un fenómeno colectivo y dialéctico de sometimiento/resistência. Entrevistamos a 15 mujeres trans que viven en el área metropolitana de Salvador-BA. Sus narrativas fueron analizadas desde la perspectiva de que la realidad no es algo facultado a priori, sino un efecto de prácticas performativas cotidianas que abarcan a diferentes actores/actantes. Identificamos que el sufrimiento social está directamente relacionado con la violencia física, psicológica y sexual, la discriminación, la prostitución y las dificultades de acceso a la salud. En ese contexto, se desarrollan estrategias de (re)existência. Concluimos, por lo tanto, que las mujeres trans viven cotidianamente situaciones de vulnerabilidad y violencia que les provocan sufrimiento, pero abren posibilidades de acción que reconfiguran la realidad en el momento de la interacción.
Transgender people are exposed to different forms of violence that generate suffering. This is a collective and dialectic phenomenon of subjugation and resistance strategies. We interviewed 15 trans women living in the metropolitan area of Salvador-BA. Their narratives were analyzed from the perspective that reality is not something given a priori, but a result of daily performative practices that involve different actors/actants. We identified that social suffering is related to physical, psychological, and sexual violence, discrimination, prostitution, and difficulties in access to health care. In this context, strategies of (re)existence are developed. Therefore, we conclude that transgender women experience daily situations of vulnerability and violence that cause suffering and, at the same time, open acting possibilities that dynamically reconfigure reality at the moment of interaction.
Pessoas trans são expostas a diferentes formas de violência que geram sofrimento. Trata-se de um fenômeno coletivo e dialético de subjugação/resistência. Entrevistamos 15 mulheres trans residentes na área metropolitana de Salvador-BA. Suas narrativas foram analisadas a partir da perspectiva de que a realidade não é algo dado a priori, mas um efeito de práticas performativas cotidianas que envolvem diferentes atores/actantes. Identificamos que o sofrimento social está relacionado às violências física, psicológica e sexual, à discriminação, à prostituição e às dificuldades de acesso à saúde. Nesse contexto, estratégias de (re)existências são desenvolvidas. Concluímos que travestis e mulheres trans vivenciam situações de vulnerabilidade e de violência que causam sofrimento, mas abrem possibilidades de agência que reconfiguram, dinamicamente, a realidade no momento da interação.
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