Brasil
A raíz de la deconstrucción del fonofalogocentrismo iniciada por Jacques Derrida, presentamos una coreografía que explora algunos términos relegados por la tradición metafísica Occidental: el cuerpo, la escritura, lo femenino. En base a esto, proponemos que los filósofos Jacques Derrida y Paul Preciado desafían el fonofalogocentrismo y se comprometen en una “escrita no féminin” (en lo femenino, no femenina, no de mujer, no feminista, no dual, no oposicional, no jerarquizante), y por lo tanto en différance. En la Literatura o en la Filosofía, la marca escrita ha sido, tradicionalmente, la del logos (el corpus), pero nunca la del cuerpo. Aquí, pues, Derrida y Preciado son comprendidos desde sus cuerpos/corpus. Entran en esta danza la voz y su relación con la diferencia sexual. Finalmente, comprendemos que los corpus en différance de estos filósofos no están desconectados de las experiencias vividas por sus cuerpos.
A partir da desconstrução do fonofalogocentrismo encetada por Jacques Derrida, trazemos à baila (ou ao baile) uma coreografia sobre alguns termos de binômios rebaixados pela tradição metafísica Ocidental: o corpo, a escrita, o feminino. Baseado nisso, propomos que os filósofos Jacques Derrida e Paul Preciado desafiam o fonofalogocentismo e empenham uma “escrita no féminin” (no feminino, não feminina, não de mulher, não feminista, não dual, não oposicional, não hierarquizante), e portanto em différance. Na Literatura ou na Filosofia, a marca escrita sempre foi, supostamente, a do logos (o corpus), mas nunca a do corpo. Aqui, portanto, Derrida e Preciado serão lides a partir de seus corpos/corpus. Entram nesta dança a questão da voz e sua relação com a diferença sexual. Por fim, entendemos que os corpus em différance desses filósofos não estão desvencilhados das experiências vividas pelos seus corpos.
Following the deconstruction of phonophallogocentrism initiated by Jacques Derrida, we perform a choreography that delves into terms from binomials pairs marginalised by the Western metaphysical tradition: the body, writing, and the feminine. Consequently, we propose that Jacques Derrida and Paul Preciado challenge phonophallogocentrism and engage in a “escrita no féminin” (in the feminine, not feminine, not female, not feminist, not dual, not oppositional, not hierarchical), and thus in différance. In Literature or Philosophy, the written mark has traditionally been that of the logos (the corpus), not the body. Here therefore, Derrida and Preciado are understood through their bodies/corpus. Amid this dance, the question of voice and its relation to sexual difference takes the stage. Ultimately, we understand that the corpus in différance of both philosophers remains intertwined with the lived experience of their bodies
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