Brasil
O presente artigo constitui um resumo de nossa dissertação cujo propósito foi refletir acerca do prestígio social da escrita no âmbito restrito da instituição que se caracteriza por ser a mais importante agência de letramento: a escola. Queríamos saber como se constituem os discursos escolares sobre a escrita, que influências teóricas sua urdidura pressupõe e que estereótipos são-lhes mais frequentes. Para realizar nossos objetivos adotamos uma perspectiva teórica interdisciplinar que teve em Barthes seu ponto de confluência. A análise dos dados mostrou que os discursos escolares sobre a escrita, notadam ente aqueles dos PCNs e do Manual do Professor, têm como principal característica a ausência de qualquer referência aos conflitos que se dão na/pela língua.
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