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Logica, enunciaçao e cognição: três momentos no estudo da pressuposição

    1. [1] Universidade Federal do Espírito Santo

      Universidade Federal do Espírito Santo

      Brasil

  • Localización: Revista (Con)Textos Linguísticos, ISSN-e 1982-291X, ISSN 2317-3475, Vol. 3, Nº. Extra 3, 1, 2009 (Ejemplar dedicado a: Revista (Con) Textos Linguísticos (Edição Especial)), págs. 197-216
  • Idioma: portugués
  • Enlaces
  • Resumen
    • A nascente do fenômeno da pressuposição está na Filosofia, inicialmente na Lógica, com Frege (1892). Desde então, esse autor tem sido associado a correntes tanto filosóficas quanto linguísticas, e, ainda no século passado, participa de um grande desenvolvimento tanto da Semântica quanto da Pragmática. Sob o enfoque da Lógica e sob a perspectiva da Linguística Formal, em bora haja um diferencial nos estudos de Ducrot (1977, 1981, 1987), sob a ótica da Semântica Argumentativa, a pressuposição é percebida em termos de imanência. Diferentemente, com o desenvolvimento dos estudos em Linguística Cognitiva, com Lakoff (1980 e 1987) e Fauconnier (1994, 1997), a pressuposição passa a tomar parte no processamento cognitivo da produção de sentido, com suas intenções e com seus usos comunicativos, a ser compreendida em termos de “gatilhos”, ativadoros de Modelos Cognitivos Idealizados e introdutores de Espaços Mentais.


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