Ayuda
Ir al contenido

Dialnet


Phonological route processing: evidence of intuition in portuguese spelling

    1. [1] Universidade de São Paulo

      Universidade de São Paulo

      Brasil

  • Localización: Revista (Con)Textos Linguísticos, ISSN-e 1982-291X, ISSN 2317-3475, Vol. 13, Nº. 24, 2019 (Ejemplar dedicado a: Revista (Con)Textos Linguísticos), págs. 24-45
  • Idioma: inglés
  • Enlaces
  • Resumen
    • English

      A new procedure for calculating spelling difficulty in Brazilian Portuguese is presented. It aims at predicting the risk of committing spelling errors. It is based on phone to grapheme prevalence indexes.  For any given phone there are n graphemes, each with its prevalence index.  For instance, 11 graphemes encode phone [s], each with its own prevalence: 54% as “s” [sa'livɐ], 27,4% a “c” [si'ɡahɐ] , 9,2% as “ç” ['pɾasɐ],  5,38% as “ss” ['masɐ], 1,82% as “sc” [fasina'doɾ, 1,51% as “x” [espe'liɾ], 0,40% as “z” ['dɛs], 0,12% as “xc” [ese'deɾ], 0,0079% as “xs” [esu'dʲiɾ], 0,0026% as “sç” [kɾe'sɐ], and 0,0009% as “cç” [se'sɐ̃w̃]. According to it, the lower the prevalence with which a given grapheme encodes a given phone, the greater the spelling error vulnerability. Prevalent graphemes tend to intrude upon non-prevalent ones. A study assessed whether prevalence indexes could account for spelling error distribution. A sample of 154 students (61 college and 93 elementary school ones) was exposed to a spelling under dictation task involving 280 different phone-grapheme prevalence indexes. Each student had to spell 560 rare words, 6.6 phones each on average, totaling 3,676 spelling events. Regression analysis results revealed spelling precision is directly proportional to prevalence index. Thus the procedure has been found empirically valid for calculating spelling difficulty in Brazilian Portuguese.

    • português

      O artigo apresenta novo procedimento para calcular dificuldade de escrita no Português brasileiro, e para prever paragrafias. O procedimento é baseado em índices de prevalência de grafemas por fone, e almeja prever o risco de cometer paragrafias. Esse índice computa a proporção com que cada grafema cifra cada fone na Língua Portuguesa. Para cada fonehá n grafemas, cada qual com seu índice de prevalência, expresso em porcentagem. Por exemplo, 11 grafemas cifram o fone[s], cada qual com sua prevalência: 54% como “s” [sa'livɐ], 27,4% como “c” [si'ɡahɐ], 9,2% como “ç” ['pɾasɐ], 5,38% como “ss” ['masɐ], 1,82% como “sc” [fasina'doɾ, 1,51% como “x” [espe'liɾ], 0,40% como “z” ['dɛs],0,12% como “xc” [ese'deɾ], 0,0079% como “xs” [esu'dʲiɾ], 0,0026% como “sç” [kɾe'sɐ], and 0,0009% como “cç” [se'sɐ̃w̃]. Quanto maior a prevalência, menor o risco de paragrafia. Relações prevalentes são intrusas nas fracas, mas sofrem baixo risco de intrusão. Um estudo avaliou se índices de prevalência podem prever a distribuição deerros de escrita. Uma amostra de 154 estudantes (61 universitários e 93 de ensino fundamental) foi submetida a uma tarefa de escrita sob ditado envolvendo 280 diferentes índices de prevalência. Cada aluno tinha de cifrar 560 palavras raras, cada qual com 6,6 fonesem média, totalizando 3.676 instâncias de codificação. Análise de regressão revelou que a precisão de codificação é diretamente proporcional ao índice de prevalência. Tais dados forneceram validação preliminar do procedimento de cálculo do grau de cifrabilidade do Português brasileiro.


Fundación Dialnet

Dialnet Plus

  • Más información sobre Dialnet Plus

Opciones de compartir

Opciones de entorno