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A influência da predicação nas leituras plurais e singulares dos termos coletivos: um estudo empírico

    1. [1] Universidade Estadual de Campinas

      Universidade Estadual de Campinas

      Brasil

  • Localización: Revista (Con)Textos Linguísticos, ISSN-e 1982-291X, ISSN 2317-3475, Vol. 7, Nº. 8, 2013 (Ejemplar dedicado a: Revista (Con) Textos Linguísticos), págs. 105-125
  • Idioma: portugués
  • Enlaces
  • Resumen
    • English

      The task to study the semantics of collective nouns has traditionally focused on the extensional or intentional differences between collective and plural nouns (e.g., LINK, 1983; LANDMAN, 1989; BARKER, 1992). Although developing a new model to deal with the semantics of collective nouns is not our goal here, we propose two experiments to investigate the following question: how verbal predicates can determine the way we perceive the plurality of a collective noun? Results from our first experiment indicate that the way we interpret a collective noun such as “team” is determined, to a great extent, by its predicate. However, as data from a second experiment show, this influence from the predicate does not interfere in the online processing of plural pronouns that supposedly refer back to the members of a group denoted by these collective nouns. Combined, this set of data indicates a strong influence of verbal predicates on the characterization of collective nouns, and, at the same time, allows us to explore previous work on the processing of plural pronouns, questioning its status as an appropriate methodological tool to assess issues regarding the intrinsic aspects of the semantics and plurality of collective nouns.

    • português

      Tradicionalmente, o estudo da semântica de termos coletivos se preocupou em discutir a natureza da diferença – extensional ou intensional – entre coletivos e termos plurais (e.g., LINK, 1983; LANDMAN, 1989; BARKER, 1992). Embora não seja nossa intenção propor um modelo formal para tratar a semântica dos coletivos, propomos a realização de dois experimentos cujo objetivo é discutir a seguinte questão: até que ponto a leitura – singular ou plural – que fazemos de um termo coletivo é determinada por predicações atribuídas a esse termo? Os resultados do nosso primeiro experimento demonstram que a interpretação que fazemos de um coletivo como “time” se dá, em grande parte, pelo tipo de predicação a ele atribuída. Entretanto, nosso segundo experimento falha em mostrar uma possível influência dessa predicação no processamento de pronomes plurais que retomem a pluralidade denotada pelo coletivo. Conforme discutimos, esse conjunto de dados não apenas identifica forte influência do predicado na caracterização dos coletivos, mas também abre espaço para revisitarmos estudos sobre o processamento do pronome plural, questionando sua validade como ferramenta metodológica para investigar aspectos próprios à pluralidade dos coletivos.


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