Brasil
En el presente trabajo revisaremos, en primer lugar, el concepto de género gramatical, su naturaleza y cómo se manifiesta en los sustantivos, para, a continuación, analizar el caso particular de los denominados sustantivos de género común. Llegados a este punto, cuestionaremos la existencia de una serie de neologismos morfológicos que, en la lengua española, se han ido desarrollando en los últimos años y que se caracterizan por tratarse de formas femeninas establecidas a partir de una forma inicial común que, al menos hasta entonces, se venía aplicando tanto a la referencia ―hombre‖ como a la referencia ―mujer‖. Estas nuevas formas femeninas no existían o no eran usadas en la lengua española o, si lo eran, presentaban otros sentidos, sólo explicables desde unos valores socioculturales específicos y bien diferentes de los actuales. En este mismo sentido, se comentarán irrupciones que, desde la ideología (machismo / feminismo) aplicada a los hechos del lenguaje, generan estados de opinión (entre políticos, periodistas y hablantes en general) que intentan imponer determinadas formas en detrimento de las tradicionales y que nada tienen que ver ni con los usos lingüísticos ni con la gramática.
No presente trabalho, revisaremos, em primeiro lugar, o conceito de gênero gramatical, sua natureza e como ele se manifesta nos substantivos, para, em seguida, analisar o caso particular dos denominados substantivos de gênero comum. Nesse ponto, questionaremos a existência de uma série de neologismos morfológicos que, na língua espanhola, se desenvolveram nos últimos anos e que se caracterizam por serem formas femininas estabelecidas a partir de uma forma inicial comum que, até então, vinha sendo aplicada tanto em referência a ―homem‖ como em referência a ―mulher‖. Essas novas formas femininas não existiam ou não eram usadas na língua espanhola, ou, se eram, apresentavam outros sentidos, somente explicados por valores socioculturais específicos e bem diferentes dos atuais. Nesse mesmo sentido, serão tecidos comentários sobre o surgimento repentino dessas formas que, a partir da ideologia (machismo/feminismo) aplicada a fatos da linguagem, geram estados de opinião (entre políticos, jornalistas e falantes em geral) que tentam impor determinadas formas em detrimento das tradicionais e que nada têm a ver nem com os usos linguísticos nem com a gramática.
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