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El Diseñador como agente sociotécnico: reflexiones en torno a competencias críticas para la sociedad pos-digital

    1. [1] Universidad de Navarra

      Universidad de Navarra

      Pamplona, España

  • Localización: Cuadernos del Centro de Estudios en Diseño y Comunicación. Ensayos, ISSN-e 1853-3523, ISSN 1668-0227, Nº. 302, 2026 (Ejemplar dedicado a: Convergencias, Narrativa y Consumo Digital II), págs. 273-287
  • Idioma: español
  • Títulos paralelos:
    • The designer as a socio-technical agent: reflections on critical competencies for post-digital society
  • Enlaces
  • Resumen
    • español

      Este artículo presenta una reflexión teórica sobre el rol del diseñador en la creación de narrativas y experiencias digitales, examinando cómo las desigualdades digitales y la distribución desigual de capitales condicionan tanto los procesos creativos como las posibilidades de participación en entornos digitales. A partir de una revisión documental, se analiza cómo los límites entre lo digital y lo fuera de línea se han vuelto cada vez más difusos, dando lugar a un entorno híbrido en el que las narrativas transmedia no solo comunican o representan, sino que trascienden lo estético y lo comunicacional para operar como herramientas de poder simbólico, económico y cultural. Si bien esta problemática ha sido abordada desde diversos enfoques, persisten vacíos teóricos en torno al proceso formativo del diseñador como agente sociotécnico en América Latina. En particular, se plantea la necesidad de identificar y promover competencias profesionales, como la ciudadanía digital, desde perspectivas críticas que no solo respondan a los desafíos tecnológicos, sino que también incorporen dimensiones éticas, políticas y sociales del quehacer creativo. Se concluye que una formación centrada en estas competencias resulta estratégica no solo para una mejor comprensión de los medios digitales, sino también para el fortalecimiento de sociedades más participativas, informadas y resilientes en la era posdigital.

    • português

      Este artigo apresenta uma reflexão teórica sobre o papel do designer na criação de narrativas e experiências digitais, examinando como as desigualdades digitais e a distribuição desigual de diferentes formas de capital condicionam tanto os processos criativos quanto as possibilidades de participação em ambientes digitais. A partir de uma revisão documental, analisa-se como os limites entre o digital e o offline tornaram-se cada vez mais difusos, dando origem a um ambiente híbrido no qual as narrativas transmídia não apenas comunicam ou representam, mas também transcendem as dimensões estética e comunicacional para operar como instrumentos de poder simbólico, econômico e cultural. Embora essa problemática tenha sido abordada sob diferentes enfoques, persistem lacunas teóricas relacionadas ao processo formativo do designer como agente sociotécnico na América Latina. Em particular, destaca-se a necessidade de identificar e promover competências profissionais, como a cidadania digital, a partir de perspectivas críticas que não apenas respondam aos desafios tecnológicos, mas que também incorporem as dimensões éticas, políticas e sociais do fazer criativo. Conclui-se que uma formação centrada nessas competências é estratégica não apenas para uma melhor compreensão dos meios digitais, mas também para o fortalecimento de sociedades mais participativas, informadas e resilientes na era pós-digital.

    • English

      This article presents a theoretical reflection on the role of the designer in the creation of digital narratives and experiences, examining how digital inequalities and the uneven distribution of different forms of capital condition both creative processes and possibilities for participation within digital environments. Drawing on a documentary review, the study analyses how the boundaries between digital and offline domains have become increasingly blurred, giving rise to a hybrid environment in which transmedia narratives not only communicate or represent, but also transcend aesthetic and communicational functions to operate as instruments of symbolic, economic and cultural power. Although this issue has been addressed from diverse perspectives, theoretical gaps persist regarding the formative process of the designer as a sociotechnical agent in Latin America. In particular, the article argues for the need to identify and promote professional competencies—such as digital citizenship—from critical perspectives that respond not only to technological challenges, but also integrate ethical, political and social dimensions of creative practice. It is concluded that education centred on these competencies is strategic not only for a deeper understanding of digital media, but also for strengthening more participatory, informed and resilient societies in the post-digital era.


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