Socorro, Portugal
Given its theoretical scope and an external and internal environment characterised by geopolitical crossroads that generate disruption and uncertainty, limiting its freedom of action, we argue that the Portuguese Strategic School (PSC) can make a significant contribution to the formulation and operationalisation of a national grand strategy associated with the generation, structuration and employment of a global long-term strategy for Portugal. To do so, we suggest Silva Ribeiro's 2009 and Cabral Couto's 2002 definitions of Strategy to be adopted by the PSC as the strict and comprehensive definitions of Strategy, respectively. By adopting the second, more contemporary definition, which includes organisations that do not pursue political objectives and does not consider coercion to be indispensable, Portugal would be able to formulate and operationalize a national grand strategy that uses the ‘Three Diamonds of Well-being Theory’ to ensure the active participation of the State, companies and citizens towards achieving its main goals: safeguarding national security, increasing competitiveness on an international scale and ensuring the well-being of citizens. The use of the strategic method, principles, rules and exams of Strategy preconised by the PSC would increase the effectiveness and efficiency of the modalities of action that materialise this grand strategy.
Face à sua abrangência teórica e a um ambiente externo e interno caraterizado por uma encruzilhada geopolítica geradora de disrupções e incertezas que limitam a sua liberdade de ação, argumentamos que a Escola Estratégica Portuguesa (EEP) pode contribuir de forma relevante para formular e operacionalizar uma grande estratégia nacional associada à geração, estruturação e utilização de uma estratégia integral de longo prazo por Portugal. Para tal, sugere-se que as definições de Estratégia de 2009 de Silva Ribeiro e a de 2002 de Cabral Couto, sejam adotadas pela EEP, respetivamente, como definição restrita e definição abrangente de Estratégia. Adotando a segunda, mais contemporânea, que inclui organizações que não prossigam objetivos políticos e que não considera a coação indispensável, Portugal poderá formular e operacionalizar uma grande estratégia nacional que recorra à “Teoria dos Três Diamantes do Bem-Estar” para garantir a participação ativa do Estado, empresas e cidadãos no sentido de assegurar os seus fins principais: salvaguardar a segurança nacional, aumentar a competitividade à escala internacional e garantir o bem-estar dos cidadãos. O recurso ao método estratégico, princípios, regras e provas da Estratégia preconizados pela EEP permitirá aumentar a eficácia e a eficiência das modalidades de ação que materializam esta grande estratégia.
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