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KHALYMON, Serhii
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This study examines the impact of accelerating General Artificial Intelligence (GAI) on strategic deterrence and the adaptation of International Humanitarian Law (IHL). It asks two questions: (1) how does GAI reshape deterrence between the United States and the People’s Republic of China, and (2) how effectively do current international legal frameworks govern the export, deployment, and use of AI-enabled military systems? The paper combines a comparative analysis of official defense doctrines, a quantitative review of defense-related AI investment trends, and a foresight approach to map plausible strategic trajectories. The study finds that GAI accelerates the convergence of military activity across cyberspace, outer space, and uncrewed systems, and promotes a technology-centric deterrence built around autonomous platforms and integrated decision-support architectures. It identifies concrete legal gaps – especially in export controls, attribution and accountability regimes, and the absence of enforceable verification mechanisms – within current IHL and arms-control instruments. The article proposes practical measures, including transparent certification and testing standards for high-risk AI systems, multilateral mechanisms for monitoring and verification, and the integration of ethical and accountability criteria into national defense doctrines. The implications for deterrence stability and lawmaking in an era of rapid GAI diffusion are discussed.
Este estudo analisa de que forma a aceleração da Inteligência Artificial Geral (IAG) influencia a dissuasão estratégica e a adaptação do Direito Internacional Humanitário (DIH). Coloca duas questões centrais: (1) como é que a IAG redefine a dissuasão entre os Estados Unidos e a República Popular da China; e (2) até que ponto os atuais quadros jurídicos internacionais regulam eficazmente a exportação, o desdobramento e a utilização de sistemas militares baseados em IA. O artigo combina uma análise comparativa das doutrinas oficiais de defesa, uma revisão quantitativa das tendências de investimento em IA relacionada com a defesa e uma abordagem de prospetiva para mapear trajetórias estratégicas plausíveis. O estudo conclui que a IAG acelera a convergência da atividade militar nos domínios do ciberespaço, do espaço exterior e dos sistemas não tripulados, promovendo uma dissuasão centrada na tecnologia, baseada em plataformas autónomas e arquiteturas integradas de apoio à decisão. Identificam-se lacunas jurídicas concretas — especialmente nos controlos de exportação, nos regimes de atribuição e responsabilidade e na ausência de mecanismos de verificação executáveis — no âmbito do atual DIH e dos instrumentos de controlo de armamento. O artigo propõe medidas práticas: normas transparentes de certificação e ensaio para sistemas de IA de alto risco; mecanismos multilaterais de monitorização e verificação; e a integração de critérios éticos e de responsabilidade nas doutrinas nacionais de defesa. São discutidas as implicações para a estabilidade da dissuasão e para a elaboração jurídica numa era de rápida difusão da IAG.
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