Colombia
El derecho no es estático, evoluciona con las transformaciones de la sociedad y del Estado regulador. En la búsqueda del control de los riesgos sociales, el sistema jurídico interviene hasta el punto de legalizar las relaciones sociales, dando paso al derecho regulativo o derecho útil. Las nuevas tecnologías han irrumpido en esta sociedad red, impulsada por el advenimiento del internet. En esta evolución, la inteligencia artificial se ha abierto espacios “para manipular conocimiento como si fueran humanos”, y abre nuevos caminos e impactos para la resolución de conflictos.Ante la variedad de conflictos a los que se enfrentan los ciudadanos en el intercambio de bienes y servicios, el Estado no alcanza a resolver la alta carga de conflictividad social, lo cual hace necesario introducir dinámicas de desregulación y deslegalización, y otras formas de justicia no estatales. Los mecanismos alternativos de solución de conflictos se presentan como una respuesta a las diversas crisis de la justicia en Colombia, ante las necesidades jurídicas insatisfechas en resolución de conflictos y las rutas de inacción de los colombianos.Se aborda esta problemática para responder el objetivo de analizar las implicaciones del derecho regulativo en la conciliación desde la inteligencia artificial y la ingeniería para la paz. Esto, desde las aristas de la investigación sociojurídica con un enfoque de diseño mixto dimix para encontrar que las dinámicas regulativas en el ámbito de la conciliación en derecho aún no están fortalecidas y persisten diversas barreras de acceso que no garantizan el acceso a la justicia, a pesar de las intenciones de la Ley 2220 de 2022. Se concluye que la ingeniería para la paz puede ser una apuesta para la construcción de nuevas dinámicas regulatorias sociales en la solución de conflictos.
O direito não é estático, evolui com as transformações da sociedade e do Estado regulador. Na busca pelo controle dos riscos sociais, o sistema jurídico intervém até o ponto de legalizar as relações sociais, dando lugar ao direito regulativo ou direito útil. As novas tecnologias irromperam nesta sociedade em rede, impulsionada pelo advento da internet. Nesta evolução, a inteligência artificial abriu espaços “para manipular conhecimento como se fossem humanos”, e abre novos caminhos e impactos para a resolução de conflitos.Diante da variedade de conflitos enfrentados pelos cidadãos na troca de bens e serviços, o Estado não consegue resolver a alta carga de conflitualidade social, o que torna necessário introduzir dinâmicas de desregulação e deslegalização, e outras formas de justiça não estatais. Os mecanismos alternativos de resolução de conflitos se apresentam como resposta às diversas crises da justiça na Colômbia, diante das necessidades jurídicas insatisfeitas na resolução de conflitos e das rotas de inação dos colombianos.Esta problemática é abordada para responder ao objetivo de analisar as implicações do direito regulativo na conciliação desde a inteligência artificial e a engenharia para a paz. Isso, a partir das vertentes da pesquisa sociojurídica com um enfoque de design misto DIMIX, para encontrar que as dinâmicas regulativas no âmbito da conciliação em direito ainda não estão fortalecidas e persistem diversas barreiras de acesso que não garantem o acesso à justiça, apesar das intenções da Lei 2220 de 2022. Conclui-se que a engenharia para a paz pode ser uma aposta para a construção de novas dinâmicas regulatórias sociais na solução de conflitos.
The law is not static; it evolves with the transformations of society and the regulating state. In the pursuit of controlling social risks, the legal system intervenes to the extent of legalizing social relations, giving way to regulatory law or useful law. New technologies have disrupted this networked society, driven by the advent of the internet. In this evolution, artificial intelligence has opened spaces “to manipulate knowledge as if they were human” and opens new paths and impacts for conflict resolution.Given the diversity of conflicts that citizens face in the exchange of goods and services, the State fails to resolve the high burden of social conflict, making it necessary to introduce dynamics of deregulation and delicensing, and other forms of non-state justice. Alternative conflict resolution mechanisms emerge as a response to the various crises of justice in Colombia, in the face of unsatisfied legal needs in conflict resolution and the inaction routes of Colombians.This issue is addressed to answer the objective of analyzing the implications of regulatory law in conciliation from artificial intelligence and engineering for peace. This is done from the perspectives of socio-legal research with a mixed design dimix approach to find that regulatory dynamics in the field of conciliation in law are still not strengthened, and various access barriers persist that do not guarantee access to justice, despite the intentions of Law 2220 of 2022. It is concluded that engineering for peace can be a bet for the construction of new social regulatory dynamics in conflict resolution.
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