Hospital, Costa Rica
Colombia
La presente revisión tiene como objetivo determinar el régimen de responsabilidad del Estado que se genera con ocasión de la demora injustificada en el nombramiento para la provisión de un cargo de carrera judicial dentro del marco normativo colombiano. En virtud de ello, se realizó una revisión jurídica de tipo cualitativo enfocada en el análisis de los fundamentos y las disposiciones jurídicas existentes. Los resultados dan cuenta de la forma como se efectúa la provisión de cargos de carrera judicial. Entre los resultados se encontró que el régimen aplicable es el subjetivo, pese a que la norma no lo establezca de forma taxativa, se acoge al criterio y lineamiento jurisprudencial del Consejo de Estado en la actualidad, que supone que la regla general en la escogencia del régimen de responsabilidad estatal será el subjetivo. En ese sentido, una de las conclusiones consiste en que ante la conducta u omisión de la Administración en cuanto a la demora injustificada en el nombramiento, el aspirante se enfrenta a un escenario de incertidumbre que le genera consecuencias perjudiciales, dado que no es nombrado ni inicia a tiempo sus labores; por tanto, no obtiene el consecuente reconocimiento económico legal como es su salario, sus prestaciones sociales, etc., todo lo cual soslaya el carácter obligatorio emanado de la lista de elegibles y el derecho al trabajo que le asiste, a raíz de la negligencia de la Administración, y se ve enfrentado a un panorama de desamparo y desprotección atribuible al Estado.
This research aims to determine the regime of State responsibility that arises due to unjustified delays in appointing a position in the judicial career within the Colombian regulatory framework. To this end, a qualitative legal investigation was conducted, focusing on the analysis of existing legal foundations and provisions. The results reveal how the provision of judicial career positions is carried out. Among the findings, it was noted that the applicable regime is subjective, even though the norm does not explicitly establish it; it aligns with the current jurisprudential criteria and guidelines of the Council of State, which suggest that the general rule in choosing the regime of state responsibility will be subjective. In this sense, one of the conclusions is that in the event of the Administration’s conduct or omission regarding the unjustified delay in appointment, the candidate faces a scenario of uncertainty that leads to harmful consequences, as they are neither appointed nor able to start their duties on time; therefore, they do not receive the consequent legal economic recognition, such as their salary, social benefits, etc. This neglects the mandatory nature arising from the list of eligible candidates and the right to work, due to the Administration’s negligence, leaving them in a state of helplessness and lack of protection attributable to the State.
Esta pesquisa tem como objetivo determinar o regime de responsabilidade do Estado que surge em decorrência da demora injustificada na nomeação para a provisão de um cargo na carreira judicial dentro do marco normativo colombiano. Para isso, foi realizada uma investigação jurídica de tipo qualitativo, com foco na análise dos fundamentos e das disposições jurídicas existentes. Os resultados revelam como é feita a provisão dos cargos da carreira judicial. Entre os resultados, constatou-se que o regime aplicável é o subjetivo, apesar de a norma não o estabelecer de forma taxativa; ele se alinha ao critério e às diretrizes jurisprudenciais do Conselho de Estado atualmente, que supõe que a regra geral na escolha do regime de responsabilidade estatal será a subjetiva. Nesse sentido, uma das conclusões é que, diante da conduta ou omissão da Administração em relação à demora injustificada na nomeação, o candidato se depara com um cenário de incerteza que lhe gera consequências prejudiciais, uma vez que não é nomeado nem inicia suas atividades a tempo; portanto, não obtém o reconhecimento econômico legal consequente, como seu salário, suas prestações sociais, etc., tudo isso negligenciando o caráter obrigatório que emana da lista de elegíveis e o direito ao trabalho que lhe assiste, em razão da negligência da Administração, e se vê confrontado com um panorama de desamparo e desproteção atribuível ao Estado.
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