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Adaptação e Evidências de Validade da Positive Risk-Taking Scale para Jovens Adultos Universitários

  • Autores: Isadora Bindo Garcia, Ana Carolina Cruilas Cardoso Moreira, Ana Cristina Garcia Dias
  • Localización: Avaliaçao Psicologica: Interamerican Journal of Psychological Assessment, ISSN-e 2175-3431, ISSN 1677-0471, Vol. 25, Nº. 1, 2026
  • Idioma: portugués
  • Títulos paralelos:
    • Adaptación y Evidencias de Validez de la Positive Risk-Taking Scale para Jóvenes Adultos Universitarios
  • Enlaces
  • Resumen
    • español

      Este estudio tuvo como objetivo adaptar y proporcionar evidencias de fiabilidad y validez de la Positive Risk-Taking Scale al portugués de Brasil. Participaron 280 estudiantes universitarios de entre 18 y 29 años. Se aplicaron el instrumento a adaptar, un cuestionario sociodemográfico, el Inventario de Búsqueda de Sensaciones de Arnett, los Marcadores Reducidos de Personalidad y la Escala Multidimensional de Apoyo Social Percibido. Los datos fueron analizados mediante los programas SPSS y JASP. Los resultados del AFE y CFA indican la existencia de una estructura final para la escala adaptada, compuesta por 12 ítems distribuidos en un solo factor, con una consistencia interna favorable (alfa de Cronbach=0,77; omega de McDonald=0,77). Los análisis de correlación demostraron evidencias de validez del instrumento con variables externas pertinentes. Se concluye que la Positive Risk-Taking Scale presenta evidencias de fiabilidad y validez para su uso en investigaciones brasileñas.

    • português

      Esta pesquisa teve como objetivo adaptar e produzir evidências de fidedignidade e validade da Positive Risk-Taking Scale para o português brasileiro. Participaram 280 estudantes universitários de 18 a 29 anos. Aplicou-se o instrumento a ser adaptado, um questionário sociodemográfico, o Inventário de Arnett de Busca de Sensações, Marcadores Reduzidos de Personalidade e a Escala Multidimensional de Suporte Social Percebido. Os dados foram analisados por meio dos softwares SPSS e JASP. O resultado das AFE e CFA indicou uma estrutura final para a escala adaptada, composta por 12 itens distribuídos em um fator e apresentando consistência interna favorável (alfa de Cronbach=0,77; ômega de McDonald=0,77). Análises de correlação demonstraram evidências de validade do instrumento com variáveis externas pertinentes. Conclui-se que a Positive Risk-Taking Scale apresenta evidências de fidedignidade e validade para uso em pesquisas brasileiras.


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