[1]
Una akinha (narrativa) kuikuro hace que la autora vuelva a pensar y a escribir sobre sexos y sexualidades de mujeres (y hombres) en un rincón del mundo amerindio y en nuestro mundo kagaiha (no indígena). El personaje de la akinha es Ájahi, el pájaro-persona Urutau, que emprende un viaje para conocer cómo sería la vagina por dentro. Es una narrativa divertida y seria, al mismo tiempo, que conduce a complementariedades, desarrollos y contrastes. Egü (vulva o vagina) es otro personaje, vagina-persona, que atraviesa en fragmentos y transformaciones el pensamiento mitológico ameríndio. Vulva “buena para ser pensada”
A kuikuro akinha (narrative) makes the author think and write again about sexes and sexualities of women (and men) in a corner of the Amerindian world and in our kagaiha (non-indigenous) world. The character of the akinha is Ájahi, the Urutau bird-people, who undertakes a journey to find out what the vagina would be like from the inside. It is a fun and serious narrative, at the same time, that leads to complementarities, developments and contrasts. Egü (vulva or vagina) is another character, vagina-person, who crosses Amerindian mythological thought in fragments and transformations. Vulva “good to be thought of”.
Uma akinha (narrativa) kuikuro faz a autora voltar a pensar e a escrever sobre sexos e sexualidades de mulheres (e homens) num canto do mundo ameríndio e no nosso mundo de kagaiha (não indígenas). A personagem da akinha é Ájahi, a ave-gente Urutau, que empreende uma viagem para saber como seria a vagina por dentro. É uma narrativa divertida e séria, ao mesmo tempo, que leva para complementaridades, desdobramentos e contrastes. Egü (vulva ou vagina) é outro personagem, vagina-pessoa, que atravessa o pensamento mitológico ameríndio em fragmentos e transformações. Vulva “boa para ser pensada”.
© 2001-2026 Fundación Dialnet · Todos los derechos reservados