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Desempeño y percepción de estudiantes de Estomatología al utilizar un simulador háptico para la preparación dentaria de una corona libre de metal

    1. [1] Universidad Peruana Cayetano Heredia

      Universidad Peruana Cayetano Heredia

      Perú

  • Localización: Revista Estomatológica Herediana, ISSN-e 2225-7616, Vol. 36, Nº. 1, 2026 (Ejemplar dedicado a: Enero-marzo; e6640)
  • Idioma: español
  • Títulos paralelos:
    • Desempenho e percepção de estudantes de odontologia ao utilizar um simulador háptico para a preparação dentária de uma coroa sem metal
    • Performance and perceptions of dental students when using a haptic simulator for tooth preparation for a metal-free crown
  • Enlaces
  • Resumen
    • español

      Objetivo: Describir el desempeño y analizar la percepción de estudiantes de Estomatología de una universidad privada de Lima Metropolitana al utilizar un simulador háptico para la preparación dentaria de una corona libre de metal en el sector posterior. Materiales y métodos: Estudio transversal, descriptivo y observacional. Participaron 27 estudiantes, quienes realizaron la preparación dentaria de una corona libre de metal en una molar inferior mediante el simulador háptico Simodont® Dental Trainer. El desempeño se evaluó a través de una rúbrica de seis parámetros (puntaje máximo de 20 puntos) y se clasificó la actividad como aprobada (≥11) o desaprobada (<11). La percepción sobre la utilidad del simulador se midió mediante una encuesta tipo Likert de cinco puntos. Se aplicaron análisis descriptivos y bivariados con pruebas no paramétricas (p < 0,05). Resultados: El 66,67 % de los estudiantes desaprobó la evaluación global de destreza manual. El desgaste oclusal presentó el mayor porcentaje de resultados no aceptables (70,37 %) y el 100 % de los participantes afectó los dientes adyacentes. En contraste, el ángulo de convergencia mostró un 74,07 % de resultados satisfactorios. La percepción general del simulador fue positiva (mediana = 4). Se hallaron asociaciones significativas entre el desempeño en el desgaste oclusal y la percepción de similitud con la turbina dental real (p = 0,041) y el control del mango (p = 0,043), así como entre el ángulo de convergencia y la comodidad manual (p = 0,010). Conclusiones: Aunque los estudiantes mostraron una percepción favorable del simulador háptico, el desempeño técnico fue predominantemente subóptimo. Estos hallazgos sugieren que la percepción positiva no se traduce necesariamente en una competencia inmediata. La simulación háptica debe integrarse de manera estructurada y progresiva dentro del entrenamiento preclínico, incorporando siempre la retroalimentación del docente.

    • English

      Objective: To describe the performance and analyze the perceptions of dental students at a private university in Metropolitan Lima when using a haptic simulator for the tooth preparation of a metal-free crown in the posterior region. Materials and methods: A cross-sectional, descriptive, and observational study. Twenty-seven students participated, performing tooth preparation for a metal-free crown on a lower molar using the Simodont® Dental Trainer haptic simulator. Performance was evaluated using a rubric with six parameters (maximum score of 20 points), and the activity was classified as passing (≥11) or failing (<11). Perception of the simulator’s usefulness was measured using a five-point Likert-type survey. Descriptive and bivariate analyses were performed using nonparametric tests (p < 0.05). Results: 66.67% of the students failed the overall assessment of manual dexterity. Occlusal wear had the highest percentage of unacceptable results (70.37%), and 100% of the participants affected the adjacent teeth. In contrast, the convergence angle showed 74.07% satisfactory results. The overall perception of the simulator was positive (median = 4). Significant associations were found between performance in occlusal wear and the perception of similarity to the actual dental turbine (p = 0.041) and handle control (p = 0.043), as well as between the convergence angle and manual comfort (p = 0.010). Conclusions: Although students reported a favorable perception of the haptic simulator, technical performance was predominantly suboptimal. These findings suggest that a positive perception does not necessarily translate into immediate competence. Haptic simulation should be integrated in a structured and progressive manner into preclinical training, always incorporating instructor feedback.

    • português

      Objetivo: Descrever o desempenho e analisar a percepção de estudantes de Odontologia de uma universidade privada da Região Metropolitana de Lima ao utilizar um simulador háptico para a preparação dentária de uma coroa sem metal no setor posterior. Materiais e métodos: Estudo transversal, descritivo e observacional. Participaram 27 estudantes, que realizaram a preparação dentária de uma coroa sem metal em um molar inferior utilizando o simulador háptico Simodont® Dental Trainer. O desempenho foi avaliado por meio de uma rubrica de seis parâmetros (pontuação máxima de 20 pontos) e a atividade foi classificada como aprovada (≥11) ou reprovada (<11). A percepção sobre a utilidade do simulador foi medida por meio de um questionário do tipo Likert de cinco pontos. Foram aplicadas análises descritivas e bivariadas com testes não paramétricos (p < 0,05). Resultados: 66,67% dos estudantes foram reprovados na avaliação global de destreza manual. O desgaste oclusal apresentou a maior porcentagem de resultados inaceitáveis (70,37%) e 100% dos participantes afetaram os dentes adjacentes. Em contrapartida, o ângulo de convergência apresentou 74,07% de resultados satisfatórios. A percepção geral do simulador foi positiva (mediana = 4). Foram encontradas associações significativas entre o desempenho no desgaste oclusal e a percepção de semelhança com a turbina dentária real (p = 0,041) e o controle do cabo (p = 0,043), bem como entre o ângulo de convergência e o conforto manual (p = 0,010). Conclusões: Embora os estudantes tenham demonstrado uma percepção favorável do simulador háptico, o desempenho técnico foi predominantemente abaixo do ideal. Esses achados sugerem que a percepção positiva não se traduz necessariamente em competência imediata. A simulação háptica deve ser integrada de forma estruturada e progressiva ao treinamento pré-clínico, incorporando sempre o feedback do professor.


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