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Multiplicidad y sistema: crítica posestructuralista a la teoría de sistemas en la administración

    1. [1] Universidad EAFIT

      Universidad EAFIT

      Colombia

  • Localización: Innovar: revista de ciencias administrativas y sociales, ISSN 0121-5051, Vol. 36, Nº 100, 2026
  • Idioma: español
  • Títulos paralelos:
    • Multiplicidade e sistema: crítica pós-estruturalista à teoria dos sistemas na administração
    • Multiplicity and system: A poststructuralist critique of systems theory in management
  • Enlaces
  • Resumen
    • español

      Este artículo hace una crítica conceptual y discursiva del concepto de sistemaque ha estado presente en la literatura administrativa y organizacional desde los años sesenta. Lo hace desde un marco teórico posestructuralista. Empieza por una breve revisión de literatura de la presencia de la teoría de sistemas en la investigación académica. El énfasis de esta revisión no solo es constatar la presencia de dicha teoría, sino mostrar la necesidad de una lectura crítica. Hecho esto, se propone un método a partir de algunos planteamientos de Foucault y Deleuze. Luego, examina críticamente los presupuestos filosóficos que configuran la teoría de sistemas desde su planteamiento por el biólogo Ludwig Bertalanffy. Después profundiza en lo que exigiría un buen concepto de sistema, según los presupuestos problemáticos del concepto. Con ello, busca mostrar cómo las propuestas de Katz y Kahn, Ackoff, entre otros autores, son insuficientes para ofrecer un concepto sólido que, por un lado, no pierda de vista lo constitutivo de un sistema, pero, por otro, no falsee la realidad de la organización, a la cual somete a una perspectiva homogeneizante y convergente. Para concluir, el artículo propone otra manera de abordar el concepto de sistema, o de pensar un concepto nuevo por fuera del discurso de los sistemas

    • English

      This article offers a conceptual and discursive critique of the concept of system, which has been present in the management and organizational literature since the 1960s. It does so from a poststructuralist theoretical framework. It begins with a brief literature review of the presence of systems theory in academic research. The emphasis of this review is not only to verify the presence of such theory, but also to demonstrate the need for a critical reading. Having done so, the article proposes a method based on some of the ideas of Foucault and Deleuze. It then critically examines the philosophical assumptions that shape systems theory from its formulation by the biologist Ludwig von Bertalanffy. Afterwards, it explores in greater depth what a sound concept of system would require, given the problematic assumptions underlying the concept. In doing so, it seeks to show how the proposals of Katz and Kahn, Ackoff, and other authors are insufficient to provide a solid concept that, on the one hand, does not lose sight of what is constitutive of a system, but, on the other hand, does not falsify the reality of organization by subjecting it to a homogenizing and convergent perspective. In conclusion, the article proposes another way of approaching the concept of system, or of thinking a new concept outside the discourse of systems.

    • português

      Este artigo apresenta uma crítica conceitual e discursiva ao conceito de sistema, presente na literatura administrativa e organizacional desde os anos 1960. Faz isso a partir de um referencial teórico pós-estruturalista. Inicialmente, realiza uma breve revisão da literatura sobre a presença da teoria dos sistemas na pesquisa acadêmica. O foco dessa revisão não é apenas constatara presença dessa teoria, mas também mostrar a necessidade de uma leitura crítica. Feito isso, propõe-se um método com base em algumas formulações de Foucault e Deleuze. Em seguida, examinam-se criticamente os pressupostos filosóficos que configuram a teoria dos sistemas desde sua formulação pelo biólogo Ludwig von Bertalanffy. Depois, aprofunda-se a discussão sobre o que exigiria um bom conceito de sistema, considerando os pressupostos problemáticos do próprio conceito. Com isso, busca-se mostrar como as propostas de Katz e Kahn, Ackoff, entre outros autores, são insuficientes para oferecer um conceito sólido que, por um lado, não perca de vista aquilo que é constitutivo de um sistema, mas que, por outro, não falseie a realidade da organização, submetendo-a a uma perspectiva homogeneizante e convergente. Para concluir, o artigo propõe outra maneira de abordar o conceito de sistema, ou de pensar um novo conceito fora do discurso dos sistemas.


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