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Etnogótico e ecohorror em Gótico Mexicano, de Silvia Moreno-García

  • Autores: Anne Louise Dias, Anne Caroline de Souza Quiangala João
  • Localización: REVELL: Revista de Estudos Literários da UEMS, ISSN-e 2179-4456, Vol. 2, Nº. 40, 2025 (Ejemplar dedicado a: Outras estéticas contemporâneas na América Latina)
  • Idioma: portugués
  • Títulos paralelos:
    • Ethnogothic and Ecohorror in Mexican Gothic by Silvia Moreno-García
  • Enlaces
  • Resumen
    • English

      The main theme of Silvia Moreno-Garcia's novel Mexican Gothic (2020) unfolds in a complex discussion about genderized racism, notions of humanity, and monstrosity, anchored in the transgressive power of fungi. In dialogue with theories of Literature, Biology, and philosophical discussions, this article analyzes the natural and social nuances of horror present in Mexican Gothic (2020) in order to understand how the genre is updated through the lens of Ecohorror (subgenre that define Enviroment as main source of threats to human) and of Ecogothic (subgenre that criticizes the human intervention against Environment, and situates White human being as a true threat (Ko and Ko; Tidwell) taking on a surprisingly macabre aspect, despite its reasonable predictability. In this sense, this article aims to demonstrate how the inheritance of the gothic as a genre serves as a starting point for the journey of the young socialite Noemí, the protagonist of Mexican Gothic. To sum up, the novel can be read as an appropriation of the gothic genre that constitutes an Ethnogothic tradition (committed to a Pos-Colonial critic), exposing both the conservative form in which Colonial tropes are used since the 18th century, while also naming the experience of horror from a historically silenced social perspective, that of the Other.

    • português

      O tema principal do romance Gótico Mexicano (2020), de Sílvia Moreno-Garcia, se desdobra numa discussão complexa sobre o racismo genderizado, noções de humanidade e de monstruosidade, ancorada no poder transgressor dos fungos. Em diálogo com as teorias da literatura, biologia e discussões filosóficas, este artigo analisa as nuances de horror natural e social presentes em Gótico mexicano (2020) no intuito de compreender como a atualização do gênero pelo viés do ecohorror (subgênero que caracteriza a Natureza como principal fonte de ameaça à integridade humana) e do ecogótico (subgênero que critica a ação humana contra a Natureza e situa o humano branco como a verdadeira ameaça (Ko e Ko; Tidwell) assume um aspecto surpreendentemente macabro, apesar de sua razoável previsibilidade. Nesse sentido, o presente artigo almeja demonstrar como a herança do gênero gótico é um ponto de partida para a jornada da jovem socialite Noemí, protagonista de Gótico mexicano. Em suma, o romance pode ser lido como uma apropriação do gênero gótico inserida numa tradição etnogótica (comprometida com uma crítica pós-colonial) que, expõe a forma conservadora como os tropos colonialistas são usados, desde o século XVIII, ao mesmo tempo em que nomeia a experiência de horror numa perspectiva social historicamente silenciada, a do Outro.


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