Leiria, Portugal
Introducción: Las infecciones asociadas a la atención sanitaria (IAAS) tienen impacto en la morbilidad, la mortalidad y los costos. La evaluación sistemática del riesgo es esencial para implementar medidas preventivas.
Objetivo: Evaluar la autopercepción de los enfermeros respecto a la evaluación y control del riesgo de infección en adultos hospitalizados, y analizar la relación de esta percepción con variables sociodemográficas y profesionales.
Métodos: Estudio cuantitativo, transversal y descriptivo-correlacional, con una muestra compuesta por estudiantes de máster de una Escuela Superior de Ciencias de la Salud portuguesa, enfermeros de un hospital de la región Oeste de Portugal y enfermeros reclutados a través de plataformas sociales. Los datos se recogieron mediante un cuestionario que incluía una sección sociodemográfica y una escala de Likert sobre prácticas de prevención y control de infecciones.
Resultados: La media global fue de 1,95 (DE = 0,466), lo que indica la integración frecuente de los ítems en la práctica. No se observaron diferencias significativas entre enfermeros con/sin especialidad o formación específica. Se identificaron correlaciones débiles pero significativas entre edad/experiencia y los siguientes ítems: días de antibioterapia (ρ = −0,294; p = 0,017), cribado de SAMR (edad: ρ = 0,297; p = 0,026; experiencia: ρ = 0,308; p = 0,021), reconocimiento del riesgo en reoperados (ρ = −0,270; p = 0,042) y clase de antibiótico (ρ= −0,314; p = 0,013).
Conclusión: Los enfermeros valoran la evaluación del riesgo de infección y reportan prácticas alineadas con las recomendaciones, aunque con margen de mejora. Se recomienda reforzar la formación y utilizar métodos observacionales para evaluar la práctica real.
Introduction: Healthcare-associated infections (HAIs) have an impact on morbidity, mortality, and costs. Systematic risk assessment is essential to implement preventive measures.
Objective: To assess nurses’ self-perception regarding the assessment and control of infection risk in hospitalized adults and to analyse the relationship between this perception and sociodemographic and professional variables.
Methods: Quantitative, cross-sectional, and descriptive-correlational study with a sample of master’s students from a Portuguese Higher School of Health Sciences, nurses from a hospital in the Western region of Portugal, and nurses recruited through social media platforms. Data were collected using a questionnaire comprising a sociodemographic section and a Likert scale on infection prevention and control practices.
Results: The overall mean was 1.95 (SD = 0.466), indicating frequent integration of the items into practice. No significant differences were found between nurses with/without a specialty or specific training. Weak but significant correlations were identified between age/experience and specific items: days of antibiotic therapy (ρ = −0.294; p = 0.017), MRSA screening (age: ρ = 0.297; p = 0.026; experience: ρ = 0.308; p = 0.021), recognition of risk in reoperated patients (ρ = −0.270; p = 0.042), and antibiotic class (ρ = −0.314; p = 0.013).
Conclusion: Nurses value infection risk assessment and report practices aligned with recommendations, although with room for improvement. Training reinforcement and the use of observational methods are recommended to assess actual practice.
Introdução: As infeções associadas aos cuidados de saúde têm impacto na morbilidade, mortalidade e custos. A avaliação sistemática do risco é essencial para implementar medidas preventivas.
Objetivo: Avaliar a auto-perceção dos enfermeiros relativamente à avaliação e ao controlo do risco de infeção no adulto hospitalizado e analisar a relação dessa perceção com variáveis sociodemográficas e profissionais.
Métodos: Estudo quantitativo, transversal e descritivo-correlacional, com amostra de mestrandos de uma Escola Superior de Saúde portuguesa, enfermeiros de um hospital da região Oeste de Portugal e enfermeiros recrutados via plataformas sociais. Os dados foram recolhidos por questionário de caracterização sociodemográfica e escala de Likert sobre práticas de prevenção e controlo de infeções.
Resultados: A média global foi de 1,95 (DP=0,466), indicando integração frequente dos itens na prática. Não se verificaram diferenças significativas entre enfermeiros com/sem especialidade ou formação específica. Encontraram-se correlações fracas, mas significativas,entre idade/experiência nos itens: dias de antibioterapia (ρ = −0,294; p = 0,017), rastreio de SAMR (idade: ρ = 0,297; p = 0,026; experiência: ρ = 0,308; p = 0,021), reconhecimento de risco em doentes reoperados (ρ = −0,270; p = 0,042) eclassede antibiótico (ρ = −0,314; p = 0,013).
Conclusão: Os enfermeiros valorizam a avaliação do risco de infeção referindo práticas alinhadas com as recomendações, embora passíveis de melhoria. Recomendam-sereforço formativo e uso de métodos observacionais para avaliar a prática real
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