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Inequality or Dignity? Domain-Specific System Justification and the Palliative Minimization of Perceived Discrimination Among Minoritized Groups in Chile

    1. [1] Universidad Católica del Norte

      Universidad Católica del Norte

      Antofagasta, Chile

  • Localización: Revista de estudios sociales, ISSN 0123-885X, ISSN-e 1900-5180, Nº. 95, 2026 (Ejemplar dedicado a: Salud mental, conflictos sociales y cultura de paz: evidencias, diálogos y desafíos), págs. 107-131
  • Idioma: inglés
  • Títulos paralelos:
    • Desigualdade ou dignidade? Justificativa do sistema por domínio específico e minimização paliativa da discriminação percebida entre grupos minoritários no Chile
    • ¿Desigualdad o dignidad? Justificación del sistema por dominio específico y minimización paliativa de la discriminación percibida entre grupos minorizados en Chile
  • Enlaces
  • Resumen
    • español

      En este artículo se examinan los mecanismos psicológicos a través de los cuales las creencias que justifican el sistema mitigan los efectos adversos de la discriminación percibida sobre el bienestar de los miembros de grupos históricamente marginados en Chile. Basándose en la hipótesis de estatus-legitimidad y en la teoría de la justificación del sistema, el análisis examina si las creencias que legitiman el orden sociopolítico pueden cumplir una función paliativa, especialmente cuando se corresponden con una dimensión específica de injusticia para una identidad social determinada. Así pues, se realizaron dos estudios en los que participaron mujeres y mapuche; ambos grupos ocupan posiciones estructuralmente desfavorecidas en la sociedad chilena. En el estudio 1 (N = 1,046) se replicaron los resultados observados anteriormente en contextos WEIRD, lo que demostró que las creencias que justifican el sistema —operacionalizadas por medio de evaluaciones de equidad sistémica específicas de género y etnia— moderan la relación entre el estatus del grupo y el bienestar, al atenuar las percepciones de discriminación entre los socialmente desfavorecidos. Los resultados de los modelos subsecuentes de mediación moderada muestran que las creencias más fuertes en la justificación del sistema reducen la brecha de discriminación percibida entre los participantes desfavorecidos y favorecidos, lo que reduce las disparidades en el bienestar. En el estudio 2 (N = 777) se amplía el análisis anterior al estudiar qué ámbito específico de la equidad del sistema —igualdad distributiva, respeto, dignidad y tradición— es el que mejor predice la discriminación percibida (o la ausencia de esta). Mediante el uso de ítems de diferencial semántico y modelos de regresión cuadrática, los resultados muestran que, para las mujeres, la reducción de la discriminación por motivos de género se alinea con opiniones moderadas sobre la justicia distributiva. Sin embargo, entre los participantes mapuche, la dignidad percibida y el respeto social son más importantes para explicar la atenuación de las percepciones de discriminación. En conjunto, estos hallazgos ofrecen nuevas pruebas de que los efectos paliativos de la ideología son específicos de cada ámbito y subrayan la necesidad de desglosar la legitimidad del sistema en cada uno de sus componentes para comprender mejor la dinámica psicológica del afrontamiento ideológico. Al contextualizar estos mecanismos dentro de una sociedad latinoamericana, esta investigación avanza en las explicaciones teóricas de la justificación del sistema y destaca cómo distintos grupos identitarios legitiman la desigualdad aferrándose a diferentes ámbitos de la equidad del sistema.

    • English

      This article examines the psychological mechanisms through which system-justifying beliefs mitigate the adverse effects of perceived discrimination on well-being among members of historically marginalized groups in Chile. Borrowing from the status-legitimacy hypothesis and System Justification Theory, the analyses test whether beliefs legitimizing the sociopolitical order can fulfill a palliative function— particularly when they correspond to the specific dimension of injustice most salient to a given social identity. Two studies were conducted involving women and Mapuche participants, both of whom occupy structurally disadvantaged positions in Chilean society. In Study 1 (N = 1,046), robust findings previously observed in WEIRD contexts were replicated, demonstrating that system-justifying beliefs—operationalized through gender- and ethnicity-specific systemic fairness appraisals—moderate the relationship between group status and well-being by attenuating perceptions of discrimination among the socially disadvantaged. Results from follow-up moderated mediation models show that stronger system-justifying beliefs reduce the perceived discrimination gap between disadvantaged and advantaged participants, thereby narrowing disparities in well-being. Study 2 (N= 777) extends this work by unpacking which specific system fairness domain—distributive equality, respect and dignity, and tradition—are most predictive of perceived discrimination (or lack thereof). Employing semantic differential items and quadratic regression models, findings show that, for women, the minimi zation of gender-based discrimination aligns with moderate views on distributive justice. Among Mapuche participants, however, perceived dignity and societal respect are more central in explaining attenuated discrimination perceptions. Together, these findings offer novel evidence that the palliative effects of ideology are domain-specific. They underscore the need to disaggregate system legitimacy into its component parts in order to better understand the psychological dynamics of ideological coping. By contex tualizing these mechanisms within a Latin American society, this research advances theoretical accounts of system justification and highlights how distinct identity groups legitimize inequality by clinging onto different domains of system fairness.

    • português

      Neste artigo examinam-se os mecanismos psicológicos pelos quais as crenças que justificam o sistema mitigam os efeitos adversos da discriminação percebida sobre o bem-estar dos membros de grupos historicamente marginalizados no Chile. Com base na hipótese de legitimidade de status e na teoria da justificativa do sistema, a análise examina se as crenças que legitimam a ordem sociopolítica podem ter uma função paliativa, especialmente quando correspondem a uma dimensão específica de injustiça para uma identidade social determinada. Assim, dois estudos foram realizados nos quais mulheres e mapuches participaram; ambos os grupos ocupam posições estruturalmente desfavorecidas na sociedade chilena. O estudo 1 (N = 1,046) replicou resultados previa mente observados no viés WEIRD, o que demonstrou que as crenças que justificam o sistema — operacionalizadas por meio de avaliações de equidade sistêmica específicas por gênero e etnia — moderam a relação entre o status de grupo e o bem-estar ao atenuar percepções de discriminação entre aqueles que são socialmente desfavorecidos. Os resultados de modelos subsequentes de mediação moderada indicam que crenças mais fortes na justificativa do sistema reduzem a brecha de discriminação percebida entre participantes desfavorecidos e favorecidos, o que reduz as disparidades no bem-estar. O estudo 2 (N = 777) expande a análise anterior ao apontar qual área específica da equidade sistêmica — igualdade distributiva, respeito, dignidade e tradição — melhor prevê a discriminação percebida (ou a ausência dela). Mediante o uso de itens de difer encial semântico e modelos de regressão quadrática, os resultados mostram que, para as mulheres, a redução da discriminação baseada em gênero está alinhada com opiniões moderadas sobre a justiça distributiva. No entanto, entre os participantes mapuche, a dignidade percebida e o respeito social são mais importantes para explicar a atenuação das percepções de discriminação. Em conjunto, esses resultados oferecem novas evidências de que os efeitos paliativos da ideologia são específicos para cada domínio e ressaltam a necessidade de decompor a legitimidade do sistema em cada um de seus componentes para compreender melhor a dinâmica psicológica do enfrentamento ideológico. Ao contextualizar esses mecanismos dentro de uma sociedade latino-amer icana, esta pesquisa avança nas explicações teóricas da justificativa do sistema e destaca como diferentes grupos identitários legitimam a desigualdade ao se apegar a diferentes áreas da equidade do sistema.


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