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Pulido Escobar, Paola Andrea
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Santamaría Uribe, Laura Sofía
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Barreto-Galeano, María Idaly
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Colombia
Colombia
La investigación que sustenta este artículo evaluó una intervención participativa basada en estrategias contextuales (aceptación y compromiso, mindfulness y autocompasión) para entrenar habilidades de regulación emocional en adultos expuestos a situaciones traumáticas, con el fin de promover su bienestar individual, interpersonal y comunitario. Mediante un diseño mixto y secuencial, se realizó un diagnóstico participativo con 28 personas para validar la comprensión de las instrucciones de intervención y del material didáctico, según las características de la comunidad. La intervención se aplicó a 21 participantes víctimas del conflicto armado con bajo nivel de escolaridad. Los efectos se valoraron mediante escalas que evalúan las dificultades de regulación emocional, la evitación experiencial y la autocompasión. Los resultados evidenciaron una reducción significativa de la desregulación emocional y de la evitación experiencial, mientras que en la autocompasión se observaron tendencias de cambio que no alcanzaron significancia estadística. Los hallazgos subrayan la importancia de integrar estrategias participativas y culturalmente pertinentes de salud mental y de apoyo psicosocial para promover el bienestar emocional y social en contextos de transición hacia una cultura de paz. Se sugiere ampliar futuras aplicaciones con diseños experimentales y muestras más grandes, y profundizar en estrategias que fomenten la autocompasión.
A pesquisa que sustenta este artigo avaliou uma intervenção participativa baseada em estratégias contextuais (aceitação e compromisso, mindfulness e autocom paixão) para treinar habilidades de regulação emocional em adultos expostos a situações traumáticas, a fim de promover seu bem-estar individual, interpessoal e comunitário. Por meio de um delineamento misto e sequencial, foi realizado um diagnóstico parti cipativo com 28 pessoas para validar a compreensão das instruções da intervenção e do material didático, de acordo com as características da comunidade. A intervenção foi aplicada a 21 participantes vítimas do conflito armado com baixo nível de escolari dade. Os efeitos foram avaliados usando escalas que avaliam dificuldades na regulação emocional, evitação experiencial e autocompaixão. Os resultados indicam uma redução significativa na desregulação emocional e na evitação experiencial, enquanto na auto compaixão foram observadas tendências de mudança que não atingiram significância estatística. Além disso, ressaltam a importância de integrar estratégias participativas e culturalmente relevantes de saúde mental e apoio psicossocial para promover o bem-estar emocional e social em contextos de transição para uma cultura de paz. Sugere-se expandir as aplicações futuras com delineamentos experimentais e amostras maiores, bem como aprofundar estratégias que promovam a autocompaixão.
This article reports on research evaluating a participatory intervention grounded in contextual approaches—specifically acceptance and commitment therapy, mindfulness, and self-compassion—designed to strengthen emotional regu lation skills among adults exposed to traumatic experiences. The intervention sought to promote individual, interpersonal, and community well-being. Using a mixed, sequential design, a participatory diagnostic phase was conducted with 28 individuals to validate understanding of the intervention instructions and educational materials in line with the characteristics of the community. The intervention was then implemented with 21 participants who were victims of the armed conflict and had low levels of formal education. Outcomes were assessed using scales measuring difficulties in emotional regulation, experiential avoidance, and self-compassion. The findings show a significant reduction in emotional dysregulation and experiential avoidance. In contrast, changes observed in self-compassion did not reach statistical significance, although trends toward improvement were identified. These results highlight the importance of incor porating participatory and culturally relevant mental health and psychosocial support strategies to foster emotional and social well-being in contexts of transition toward a culture of peace. Future applications should expand the use of experimental designs and larger samples, and further explore strategies that specifically promote self-compassion.
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