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Cosmologias do cuidado: vigilância de base comunitária com povos indígenas em Manaus durante a pandemia de Covid-19

    1. [1] Universidade Estadual de Campinas

      Universidade Estadual de Campinas

      Brasil

    2. [2] Oswaldo Cruz Foundation
    3. [3] Centro de Trabalho Indigenista
    4. [4] Fundação Nacional dos Povos Indígenas
  • Localización: Mundo amazónico, ISSN-e 2145-5082, ISSN 2145-5074, Vol. 17, Nº. 1, 2026 (Ejemplar dedicado a: January-June; e121085), págs. 8-24
  • Idioma: portugués
  • Títulos paralelos:
    • Cosmologías del cuidado: vigilancia comunitaria con pueblos indígenas en Manaus durante la pandemia de COVID-19
    • Cosmologies of Care: Community-Based Surveillance with Indigenous Peoples in Manaus during the COVID-19 Pandemic
  • Enlaces
  • Resumen
    • español

      Este artículo presenta una reflexión a partir de la experiencia del proyecto Capim Santo, orientado a estructurar una vigilancia epidemiológica de base comunitaria entre los pueblos indígenas en el contexto urbano de la ciudad de Manaos durante la pandemia del COVID-19. El proyecto articuló metodologías de la antropología de la salud, saberes tradicionales y herramientas digitales, a fin de enfrentar la invisibilización de los pueblos indígenas en los sistemas oficiales de salud e información. A partir de talleres, cartografías sociales y procesos de recolección de datos por parte de investigadores indígenas, el proyecto evidenció prácticas de cuidado arraigadas en el territorio, en las cosmologías propias y en las estrategias colectivas de supervivencia y resistencia. Al privilegiar la escucha, el protagonismo comunitario y la memoria como campos de acción política, este artículo discute los límites de las respuestas estatales y la potencia de las epistemologías indígenas frente a la crisis. Esta propuesta se inscribe en el campo de la antropología colaborativa y reafirma el derecho de los pueblos indígenas a la ciudad, a la salud y a la producción de sus propios modos de vida.

    • English

      This article presents a reflection on the experience of the Capim Santo project, which aimed to structure community-based epidemiologic surveillance among the indigenous peoples in the urban context of the city of Manaus during the COVID-19 pandemic. The project articulated methodologies from health anthropology, traditional knowledge, and digital tools in order to tackle the invisibilization of indigenous peoples in state health and information systems. Through workshops, social cartographies, and data collection by indigenous researchers, the project evidenced care practices rooted in the territory, in communities’ cosmologies, and in their collective survival and resistance strategies. By privileging listening, community protagonism, and memory as fields of political action, this article discusses the limits of state responses and the power of indigenous epistemologies amid the crisis. This proposal is situated within the field of collaborative anthropology and reaffirms the rights of indigenous peoples to the city, to health, and to the production of their own ways of life.

    • português

      Este artigo apresenta uma reflexão a partir da experiência do projeto Capim Santo, voltado à estruturação de uma vigilância epidemiológica de base comunitária entre povos indígenas em contexto urbano na cidade de Manaus durante a pandemia de Covid-19. O projeto articulou metodologias da antropologia da saúde, saberes tradicionais e ferramentas digitais, buscando enfrentar a invisibilização dos povos indígenas nos sistemas oficiais de saúde e informação. A partir de oficinas, cartografias sociais e coleta de dados realizada por indígenas pesquisadores, o projeto evidenciou práticas de cuidado enraizadas no território, nas cosmologias próprias e nas estratégias coletivas de sobrevivência e resistência. Ao privilegiar a escuta, o protagonismo comunitário e a memória como campos de ação política, o artigo discute os limites das respostas estatais e a potência de epistemologias indígenas diante da crise. A proposta se inscreve no campo da antropologia colaborativa e reafirma o direito dos povos indígenas à cidade, à saúde e à produção de seus próprios modos de vida.


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