China
La rápida proliferación de las finanzas digitales en las economías emergentes ha impulsado nuevas indagaciones sobre las orientaciones éticas, estratégicas y tecnológicas de las empresas lideradas por jóvenes. Este estudio investiga cómo las startups fintech fundadas por jóvenes emprendedores en los países BRICS (Brasil, Rusia, India, China y Sudáfrica) definen su propósito organizacional a través de declaraciones de misión y visión. A partir de un análisis temático de 25 empresas, la investigación examina la articulación de seis constructos críticos: comportamiento ético, participación juvenil, finanzas digitales, percepción de riesgos, vulnerabilidades de seguridad y plataformas de cadenas de suministro basadas en big data. Los hallazgos revelan un énfasis dominante en la innovación digital y el posicionamiento ético, siendo las finanzas digitales (34,7%) y el comportamiento ético (32,6%) los temas más abordados. Por el contrario, las narrativas relacionadas con el riesgo y el discurso sobre ciberseguridad siguen siendo marginales, mientras que la participación de los jóvenes brilla por su ausencia en la mayoría de los textos estratégicos, a pesar del perfil demográfico de los fundadores. Las comparaciones transnacionales subrayan aún más la variación en la exhaustividad temática, siendo Brasil y Sudáfrica los que presentan la cobertura estratégica más amplia. Estos resultados resaltan tanto el potencial como los puntos ciegos narrativos de las empresas de finanzas digitales lideradas por jóvenes en el Sur Global. El estudio promueve el discurso teórico en la intersección del emprendimiento generacional, la ética digital y la gobernanza de plataformas, y ofrece implicaciones prácticas para reguladores, inversores y fundadores que buscan fomentar ecosistemas fintech resilientes, inclusivos y con fundamento ético.
The rapid proliferation of digital finance in emerging economies has prompted new inquiries into the ethical, stra-tegic, and technological orientations of youth-led enterprises. This study investigates how fintech startups founded by young entrepreneurs in BRICS nations (Brazil, Russia, India, China, and South Africa) frame their organizational intent through mission and vision statements. Drawing upon a thematic analysis of 25 companies, the research examines the articulation of six critical constructs: ethical behavior, youth engagement, digital finance, risk perception, security vulnerabilities, and big data-driven supply chain platforms. The findings reveal a dominant emphasis on digital innovation and ethical positioning, with digital finance (34.7%) and ethical behavior (32.6%) emerging as the most frequently addressed themes. Conversely, risk-related narratives and cybersecurity discourse remain marginal, while youth engagement is conspicuously absent from most strategic texts, despite the demographic profile of the founders. Cross-national comparisons further underscore variation in thematic comprehensiveness, with Brazil and South Africa exhibiting the broadest strategic coverage. These results high-light both the potential and the narrative blind spots of youth-led digital finance enterprises in the Global South. The study advances theoretical discourse at the intersection of generational entrepreneurship, digital ethics, and platform governance, and offers actionable implications for regulators, investors, and founders aiming to foster resilient, inclusive, and ethically grounded fintech ecosystems.
A rápida proliferação de finanças digitais em economia emergentes suscitou novas investigações sobre as orientações éticas, estratégicas e tecnológicas de empresas lideradas por jovens. Esse estudo investiga como startups de fintech criadas jovens empreendedores em nações do BRICS (Brasil, Russia, India, China e África do Sul) definem sua intenção organizacional pormeio de declarações de sua missão e visão. Com base em uma análise temática de 25 empresas, a pesquisa examina a articulação de seis constructos críticos: comportamento ético, envolvimento de jovens, finança digital, percepção de risco, vulnerabilidades de segurança e plataforma de cadeias de suprimento baseadas em megadados (big data). Os achados revelam uma ênfase domi-nante em inovação digital e posicionamento ético com finança digital (34,7%) e comportamento ético (32,6%) emergindo como temas mais frequentemente contemplados. Em contrapartida, narrativas relacionadas a risco e discurso sobre segurança cibernética permanecem marginais, enquanto envolvimento de jovens está manifestamente ausente da maioria dos textos estratégicos, a despeito do perfil demográficos dos fundadores. Comparações transnacionais reforçam ainda mais a variação em abrangência temática, com o Brasil e a África do Sul exibindo a cobertura estratégica mais abrangente. Esses resultados ressaltam tanto o potencial quanto os pontos cegos da narrativa de empreendimentos de finança digital liderados por jovens no Sul Global. O estudo contribui para o discurso teórico na intersecção do empreendedorismo intergeracional, ética digital e governança de plataforma, oferecendo soluções práticas para reguladores, investidores e fundadores que buscam fomentar ecossistemas de fintech resilientes, inclusivos e eticamente baseados.
© 2001-2026 Fundación Dialnet · Todos los derechos reservados