Copiapo, Chile
Este artículo investiga las características de las prácticas de resistencia en colectivos organizados en territorios locales de América Latina, analizando sus formas, alcances y desafíos para contribuir a las reflexiones y luchas territoriales en el continente. Mediante un estudio de caso con enfoque interpretativo, se examinaron cuatro organizaciones con amplia trayectoria comunitaria, identificando similitudes y diferencias. Los resultados destacan conceptos como reexistencia, creatividad, movilización de ideas y acciones, estabilidad emocional, estaciones comunes, y la relación entre resistencia, emancipación y poder. Se concluye que existen nuevas narrativas, escenarios y variaciones en las prácticas de resistencia que desafían la biopolítica profundamente arraigada en los territorios del continente.
This article investigates the characteristics of resistance practices in organized collectives in local territories in Latin America, analyzing their forms, scope and challenges in order to contribute to territorial reflections and struggles in the continent. Through a case study with an interpretative approach, four organizations with extensive community trajectory were examined, identifying similarities and differences. The results highlight concepts such as re-existence, creativity, mobilization of ideas and actions, emotional stability, common stations, and the relationship between resistance, emancipation and power. It is concluded that there are new narratives, scenarios and variations in resistance practices that challenge the biopolitics deeply rooted in the territories of the continent.
Neste artigo, investigam-se as características das práticas de resistência em coletivos organizados em territórios locais da América Latina, analisando suas formas, alcances e desafios a fim de contribuir para reflexões e lutas territoriais no continente. Por meio de um estudo de caso com abordagem interpretativa, examinam-se quatro organizações com ampla trajetória comunitária, identificando semelhanças e diferenças. Os resultados destacam conceitos como reexistência, criatividade, mobilização de ideias e ações, estabilidade emocional, momentos comuns e a relação entre resistência, emancipação e poder. Conclui-se que existem novas narrativas, cenários e variações nas práticas de resistência que desafiam a biopolítica profundamente consolidada nos territórios do continente.
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