Este estudio analiza la vida dentro de un conjunto de torres de gran altura y densidad en la comuna de Estación Central, en Santiago de Chile. Se trata de un caso emblemático, reflejo de una tipología habitacional concebida como un activo financiero, manifestado en una producción privada dentro de un escenario de regulación laxa, hiperdensidad y crecimiento masivo. Su expresión más extrema se materializa en torres de hasta 38 pisos con departamentos de apenas 18 m², carentes de planificación urbana integral, equipamiento suficiente y servicios básicos adecuados. En este contexto, surge la interrogante: ¿cómo se habita en estas torres? ¿Qué implica vivir en 30 m² dentro de una megaestructura residencial vertical? A través de un enfoque cualitativo, se construye una radiografía de la vida familiar en altura, revelando los conflictos, negociaciones y estrategias que configuran esta particular forma de habitar.
This study analyzes life within a set of high-rises, high-density towers in the Estación Central district of Santiago, Chile. It represents a paradigmatic case, a symptom of a city conceived as a financial asset, manifested through private development within a framework of lax regulation, extreme density, and massive expansion. Its most extreme expression materializes in towers up to 38 stories high with apartments as small as 18 m², lacking comprehensive urban planning, adequate infrastructure, and sufficient basic services. In this context, a crucial questionarises: How do people inhabit these towers? What does it mean to live in just 30 m² within a mega residential vertical structure? Through a qualitative approach, this study constructs a portrait of vertical family life, exposing the conf licts, negotiations, and strategies that shape this unique way of inhabiting urban spaces.
Neste estudo, analisa-se a vida cotidiana em um conjunto de torres de grande altura e elevada densidade no distrito de Estación Central, em Santiago do Chile. Trata-se de um caso emblemático, que ref lete uma tipologia de moradia concebida como ativo financeiro, resultante da produção privada em um cenário de regulamentação permissiva, hiperdensidade e crescimento maciço. Sua expressão mais extrema é materializada em torres de até 38 andares com apartamentos de apenas 18 m², sem planejamento urbano abrangente, infraestrutura adequada ou oferta suficiente de serviços básicos. Nesse contexto, surge a pergunta: como se habita essas torres? O que significa morar em 30 m² em uma megaestrutura residencial vertical? Por meio de uma abordagem qualitativa, constrói-se uma radiografia da vida familiar em edifícios de grande altura, revelando os conf litos, as negociações e as estratégias que moldam esse modo específico de habitar.
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