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Repercusiones de la inseguridad en el periodismo chileno: análisis jerárquico del impacto del estallido social y la pandemia de covid-19

    1. [1] Pontificia Universidad Católica de Chile

      Pontificia Universidad Católica de Chile

      Santiago, Chile

  • Localización: Palabra Clave, ISSN 0122-8285, ISSN-e 2027-534X, Vol. 28, Nº. 3, 2025
  • Idioma: español
  • Títulos paralelos:
    • Repercussões da insegurança no jornalismo chileno: análise hierárquica do impacto do surto social e da pandemia de covid-19
    • Repercussions of Insecurity in Chilean Journalism: Hierarchical Analysis of the Impact of the Social Outbreak and the COVID-19 Pandemic
  • Enlaces
  • Resumen
    • español

      El artículo analizó las repercusiones de la inseguridad en el periodismo chileno tras lo ocurrido durante el estallido social de 2019 y la pandemia de covid-19, aplicando el modelo de jerarquía de influencias de Shoemaker y Reese. Estos eventos impactaron diversos niveles del ejercicio de la profesión: individual, rutinas, organizacional, institucional y social. A través del análisis cualitativo de 50 entrevistas en profundidad con editores de prensa, radio, televisión y medios digitales, se identificaron diversas amenazas específicas en cada nivel: físicas y psicológicas en los niveles social, individual y de rutinas; inseguridad tecnológica en los niveles de rutinas y organizacional, e inseguridad financiera en los niveles extramediales. En conjunto, los hallazgos muestran cómo estas formas de inseguridad no solo afectaron el trabajo periodístico durante las crisis, sino que dejaron efectos persistentes que han redefinido prácticas, vínculos con las fuentes y formas de organización editorial. Por ejemplo, se observan unas nuevas formas de autocensura, una reducción sostenida del trabajo en terreno, la consolidación del teletrabajo como forma organizativa, una creciente dependencia de fuentes institucionales y una desconfianza social que continúa debilitando la legitimidad del periodismo. Estas transformaciones evidencian la necesidad de comprender la inseguridad como un fenómeno interconectado y multidimensional, que demanda un abordaje integral que considere esta complejidad.

    • English

      This article analyzed the repercussions of insecurity in Chilean journalism following the events of the 2019 social outbreak and the COVID-19 pandemic, applying Shoemaker and Reese’s hierarchy of influences model. These events impacted various levels of the profession: individual, routines, organizational, institutional, and social. Through qualitative analysis of 50 in-depth interviews with editors from print, radio, television, and digital media, specific threats were identified at each level: physical and psychological threats at the social, individual, and routine levels; technological insecurity at the routine and organizational levels; and financial insecurity at the extramedia levels. Collectively, the findings demonstrate how these forms of insecurity not only affected journalistic work during the crises but also left lasting effects that have redefined practices, relationships with sources, and editorial organization. For instance, new forms of self-censorship, a sustained reduction in field reporting, the consolidation of telework as an organizational model, growing reliance on institutional sources, and social distrust that continues to undermine journalism’s legitimacy were observed. These transformations highlight the need to understand insecurity as an interconnected and multidimensional phenomenon, requiring a comprehensive approach that considers this complexity.

    • português

      O artigo analisou as repercussões da insegurança no jornalismo chileno após o ocorrido durante o surto social de 2019 e a pandemia de covid-19, aplicando o modelo de hierarquia de influências de Shoemaker e Reese. Esses eventos impactaram diversos níveis do exercício da profissão: individual, rotineiro, organizacional, institucional e social. Por meio da análise qualitativa de 50 entrevistas em profundidade com editores da imprensa, rádio, televisão e mídia digital, foram identificadas várias ameaças específicas em cada nível: física e psicológica nos níveis social, individual e rotineiro; insegurança tecnológica nos níveis rotineiro e organizacional; e insegurança financeira no nível extramidiático. Em conjunto, os resultados indicam como essas formas de insegurança não apenas afetaram o trabalho jornalístico durante as crises, mas também deixaram efeitos persistentes que redefiniram práticas, vínculos com fontes e formas de organização editorial. Por exemplo, observam-se novas formas de autocensura, uma redução sustentada do trabalho de campo, a consolidação do teletrabalho como forma organizacional, uma crescente dependência de fontes institucionais e uma desconfiança social que continua a enfraquecer a legitimidade do jornalismo. Essas transformações evidenciam a necessidade de compreender a insegurança como um fenômeno interconectado e multidimensional, o que demanda uma abordagem abrangente que considere essa complexidade.


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