Ayuda
Ir al contenido

Dialnet


Hacia una historia postnatural del Arte: De la pintura de paisaje al Bioarte

    1. [1] Universitat de Barcelona

      Universitat de Barcelona

      Barcelona, España

  • Localización: Cuadernos del Centro de Estudios en Diseño y Comunicación. Ensayos, ISSN-e 1853-3523, ISSN 1668-0227, Nº. 300, 2026 (Ejemplar dedicado a: Bioarte y ecologías emergentes), págs. 49-60
  • Idioma: español
  • Títulos paralelos:
    • Towards a postnatural history of art: From landscape painting to bioart
  • Enlaces
  • Resumen
    • español

      Este texto propone una lectura de las relaciones entre arte y naturaleza a partir del concepto de postnaturaleza. La postnaturaleza se entiende aquí como un enfoque crítico destinado a cuestionar la aparente naturalidad de la “Naturaleza”, evidenciando su carácter histórico, cultural y político. Frente a las definiciones invisibilizantes de las interrelaciones naturoculturales, lo natural se presenta como un espacio de mediaciones tecnológicas, discursos ideológicos e imaginarios artísticos. Desde este enfoque, la historia del arte aparece como un espacio decisivo para comprender cómo las imágenes han participado en la construcción de lo natural, al tiempo que pueden contribuir a desestabilizarlo. Los casos analizados, en forma de cata histórica muestran cómo el arte ha naturalizado visualmente procesos industriales, tecnológicos y políticos, pero también cómo puede generar contraimaginarios que revelen la densidad postnatural de nuestras formas de ver. En este sentido, se concibe la obra artística desde una dimensión pasiva o meramente representacional, sino como agente participante en la construcción de los regímenes de sensibilidad que organizan nuestra relación con lo vivo y el mundo. Lejos de reducir la postnaturaleza a un diagnóstico de crisis, este capítulo subraya su potencial como marco de imaginación crítica. El arte y la cultura visual, por un lado, y la teoría y la historia del arte, por el otro, devienen herramientas para activar nuevos imaginarios estéticos, capaces de desnaturalizar la mirada y abrir posibilidades para repensar nuestras formas de habitar el mundo.

    • English

      This text proposes a reading of the relations between art and nature through the concept of postnature. Postnature is understood here as a critical approach aimed at questioning the apparent naturalness of “Nature,” highlighting its historical, cultural, and political character. Against the invisibilizing definitions of nature-cultural interrelations, the natural is presented as a space of technological mediations, ideological discourses, and artistic imaginaries. From this perspective, art history emerges as a decisive field to understand how images have contributed to the construction of the natural, while also offering ways to destabilize it. The cases analyzed, presented as historical vignettes, show how art has visually naturalized industrial, technological, and political processes, but also how it can generate counter-imaginaries that reveal the postnatural density of our ways of seeing. In this sense, the artwork is not conceived from a passive or merely representational dimension, but as an active agent in the construction of the regimes of sensibility that organize our relation with the living and with the world. Far from reducing postnature to a crisis diagnosis, this chapter underscores its potential as a framework for critical imagination. Art and visual culture, on the one hand, and theory and art history, on the other, become tools to activate new aesthetic imaginaries, capable of denaturalizing perception and opening possibilities for rethinking our ways of inhabiting the world.

    • português

      Este texto propõe uma leitura das relações entre arte e natureza a partir do conceito de pós-natureza. A pós-natureza é entendida, neste contexto, como um enfoque crítico voltado a questionar a aparente naturalidade da “Natureza”, evidenciando seu caráter histórico, cultural e político. Em contraposição às definições que invisibilizam as inter--relações naturoculturais, o natural é apresentado como um espaço de mediações tecnológicas, discursos ideológicos e imaginários artísticos. A partir dessa perspectiva, a história da arte emerge como um campo decisivo para compreender de que modo as imagens participaram da construção do que se entende por natural, ao mesmo tempo em que podem contribuir para sua desestabilização. Os casos analisados, apresentados sob a forma de uma amostragem histórica, demonstram como a arte naturalizou visualmente processos industriais, tecnológicos e políticos, mas também como pode gerar contraimaginários capazes de revelar a densidade pós-natural de nossos modos de ver. Nesse sentido, a obra artística não é concebida a partir de uma dimensão passiva ou meramente representacional, mas como um agente participante na constituição dos regimes de sensibilidade que organizam nossa relação com o vivo e com o mundo. Longe de reduzir a pós-natureza a um diagnóstico de crise, este capítulo destaca seu potencial como marco de imaginação crítica. A arte e a cultura visual, por um lado, e a teoria e a História da Arte, por outro, configuram-se como ferramentas para ativar novos imaginários estéticos, capazes de desnaturalizar o olhar e abrir possibilidades para repensar nossas formas de habitar o mundo.


Fundación Dialnet

Dialnet Plus

  • Más información sobre Dialnet Plus

Opciones de compartir

Opciones de entorno