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Florez Peña, Yulimar
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Gómez García, Miguel Ángel
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Orejuela Aristizaba, Diego Fernando
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Martinez Gutiérrez, Alfonsina del Cristo
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Introducción: La complejidad del patinaje de velocidad exige dominio técnico y el desarrollo de variables biomecánicas ligadas a la aceleración inicial, en especial la estabilidad, el tiempo de vuelo y el tiempo de contacto.
Objetivo: Estimar el efecto conjunto de TC_CMJ, TV_SJ y APY_D_FRONTAL sobre VELOCIDAD_20_M, ajustando por Edad, Sexo e IndiceGrasaCorporal.
Metodología: Estudio observacional, analítico y transversal para identificar los efectos de variables biomecánicas en la fase de salida. La muestra se definió por disponibilidad de deportistas del grupo competitivo, con 25 participantes.
Resultados y discusión: En el SJ se observó que un mayor tiempo de vuelo se asocia con menor velocidad inicial, lo que sugiere menor eficiencia del impulso orientado horizontalmente. El Y-balance (alcance frontal derecho) indicó que mayores alcances se relacionan con mayor velocidad en los primeros 20 metros, reforzando el papel del equilibrio dinámico y del control postural en la aceleración inicial. En el CMJ, un menor tiempo de contacto se asoció con mayor velocidad; sin embargo, el modelo no aportó evidencia suficiente para afirmar un efecto creíble al 95%. Las variables de ajuste (Edad, Sexo e IndiceGrasaCorporal) no mostraron efectos creíbles sobre el resultado principal, apoyando su función como controladores de confusión.
Conclusiones: Se recomienda programar entrenamientos de fuerza con énfasis en el vector horizontal, priorizar el trabajo reactivo y el desarrollo postural en dirección anterior. Para el seguimiento, el SJ y el Y-balance se proponen como herramientas clave, ya que permiten monitorear el estado del deportista en relación con la velocidad de salida en 20 metros.
Introdução: A complexidade da patinagem de velocidade exige o domínio técnico e o desenvolvimento de variáveis biomecânicas relacionadas com a aceleração inicial, especialmente a estabilidade, o tempo de voo e o tempo de contacto.
Objectivo: Estimar o efeito combinado do TC_CMJ, TV_SJ e APY_D_FRONTAL na VELOCIDADE_20_M, ajustando para a idade, sexo e índice de gordura corporal.
Metodologia: Estudo observacional, analítico e transversal para identificar os efeitos de variáveis biomecânicas na fase inicial. A amostra foi definida pela disponibilidade de atletas do grupo competitivo, com 25 participantes.
Resultados e discussão: No SJ, um maior tempo de voo esteve associado a uma menor velocidade inicial, sugerindo uma menor eficiência da impulsão horizontal. O equilíbrio em Y (alcance frontal direito) indicou que maiores alcances estão relacionados com maior velocidade nos primeiros 20 metros, reforçando o papel do equilíbrio dinâmico e do controlo postural na aceleração inicial. No CMJ, um menor tempo de contacto esteve associado a uma maior velocidade; Contudo, o modelo não forneceu evidências suficientes para estabelecer um efeito credível com um nível de confiança de 95%. As variáveis de ajuste (idade, sexo e índice de gordura corporal) não apresentaram efeitos credíveis no desfecho primário, corroborando o seu papel como variáveis de controlo da confusão.
Conclusões: Recomenda-se programar o treino de força com ênfase no vetor horizontal, dando prioridade ao trabalho reativo e ao desenvolvimento postural na direção anterior. Para a monitorização, o salto vertical (SJ) e o teste de equilíbrio em Y são propostos como ferramentas essenciais, pois permitem acompanhar o desempenho do atleta em relação à sua velocidade inicial no sprint de 20 metros.
Introduction: The technical complexity of speed skating requires solid technical mastery and the development of biomechanical variables linked to initial acceleration, particularly stability, flight time, and contact time.
Objective: To estimate the combined effect of TC_CMJ, TV_SJ, and APY_D_FRONTAL on VELOCIDAD_20_M, adjusting for Age, Sex, and Body Fat Index.
Methodology: An observational, analytical, cross-sectional study designed to identify the effects of biomechanical variables on the start phase. The sample size was determined by the availability of athletes in the evaluated competitive group, with 25 participants.
Results and discussion: In the SJ, longer flight time was associated with lower initial speed, suggesting reduced efficiency of the horizontally oriented impulse. The Y-balance test (right anterior reach) showed that greater reach distances were related to higher speed over the first 20 meters, reinforcing the importance of dynamic balance and postural control during initial acceleration. In the CMJ, shorter contact time was associated with higher speed; however, the model did not provide sufficient evidence to confirm a credible effect at the 95% level. The adjustment variables (Age, Sex, and Body Fat Index) showed no credible effects on the main outcome, supporting their role as confounder controls rather than primary predictors.
Conclusions: Training programs should emphasize strength development along a horizontal vector, prioritize reactive training, and enhance anterior-direction postural development. For monitoring purposes, the SJ and Y-balance test are proposed as key tools, as they help track each athlete’s status in relation to 20-meter start speed.
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