Ecuador
Guayaquil, Ecuador
Introducción: Se analiza la evolución de la producción científica sobre deporte, recreación y neurodiversidad en contextos educativos durante el período 2000–2025, con énfasis en la inclusión de estudiantes neurodivergentes en actividades físicas y recreativas y en los cambios conceptuales del campo.
Objetivo: Analizar cómo ha evolucionado la investigación sobre deporte, recreación y neurodiversidad en contextos educativos entre 2000 y 2025, atendiendo a los cambios en los enfoques teóricos, las prioridades temáticas y las estrategias metodológicas.
Metodología: Se realizó una revisión sistemática de carácter evolutivo, siguiendo las directrices PRISMA 2020, con un enfoque mixto. La búsqueda se efectuó en bases de datos internacionales y regionales, aplicando criterios de inclusión y exclusión definidos a priori. El corpus final estuvo conformado por 20 estudios publicados entre 2000 y 2025, analizados mediante síntesis cuantitativa descriptiva y análisis temático cualitativo.
Resultados: Los resultados muestran un incremento progresivo de estudios a partir de 2015 y una diversificación metodológica. Se identificó una transición parcial desde enfoques médico–rehabilitadores hacia el paradigma de la neurodiversidad, aunque de manera desigual. Las intervenciones reportan efectos positivos en variables motoras y socioemocionales, condicionados por la formación docente y el contexto institucional.
Discusión: Los hallazgos evidencian una brecha entre el crecimiento cuantitativo de la literatura y su consolidación teórica, así como barreras estructurales persistentes para la implementación efectiva de prácticas inclusivas.
Conclusiones: El estudio concluye que el deporte y la recreación tienen un alto potencial inclusivo, cuya efectividad depende de la integración explícita del paradigma de la neurodiversidad, la formación docente basada en evidencia y el fortalecimiento de políticas educativas contextualizadas.
Introduction: This study examines the evolution of scientific production on sport, recreation, and neurodiversity in educational contexts during the period 2000–2025, with an emphasis on the inclusion of neurodivergent students in physical and recreational activities and on the conceptual changes within the field.
Objective: To analyze how research on sport, recreation, and neurodiversity in educational contexts has evolved between 2000 and 2025, considering changes in theoretical approaches, thematic priorities, and methodological strategies.
Methodology: An evolutionary systematic review was conducted following PRISMA 2020 guidelines, using a mixed-methods approach. The search was carried out in international and regional databases, applying inclusion and exclusion criteria defined a priori. The final corpus consisted of 20 studies published between 2000 and 2025, analyzed through descriptive quantitative synthesis and qualitative thematic analysis.
Results: The findings show a progressive increase in studies from 2015 onward, along with growing methodological diversification. A partial transition from medical–rehabilitative approaches toward the neurodiversity paradigm was identified, although this transition remains uneven. Reported interventions indicate positive effects on motor and socioemotional variables, conditioned by teacher training and the institutional context.
Discussion: The results reveal a gap between the quantitative growth of the literature and its theoretical consolidation, as well as persistent structural barriers to the effective implementation of inclusive practices.
Conclusions: The study concludes that sport and recreation have significant inclusive potential; however, their effectiveness depends on the explicit integration of the neurodiversity paradigm, evidence-based teacher training, and the strengthening of contextualized educational policies.
Introdução: Se analisa a evolução da produção científica sobre desporto, recreação e neurodiversidade em contextos educativos durante o período 2000-2025, com ênfase na inclusão de estudantes neurodivergentes em atividades físicas e recreativas e nas mudanças conceptuais do campo.
Objectivo: Analisar como evoluiu a investigação sobre desporto, recreação e neurodiversidade em contextos educativos entre 2000 e 2025, acompanhando as mudanças nas abordagens teóricas, nas prioridades temáticas e nas estratégias metodológicas.
Metodologia: Foi realizada uma revisão sistemática de natureza evolutiva, seguindo as diretrizes PRISMA 2020, com uma abordagem mista. A pesquisa foi efetuada com base em dados internacionais e regionais, aplicando critérios de inclusão e exclusão definidos a priori. O corpus final foi formado por 20 estudos publicados entre 2000 e 2025, analisados através de síntese quantitativa descritiva e análise temática qualitativa.
Resultados: Os resultados mostram um progressivo incremento de estudos a partir de 2015 e uma diversificação metodológica. Foi identificada uma transição parcial das abordagens médico-reabilitadoras para o paradigma da neurodiversidade, embora de forma desigual. As intervenções reportam efeitos positivos em variáveis motoras e socioemocionais, condicionadas pela formação docente e pelo contexto institucional.
Discussão: Os hallazgos evidenciam um fosso entre o crescimento quantitativo da literatura e a sua consolidação teórica, bem como barreiras estruturais persistentes à implementação eficaz de práticas inclusivas.
Conclusões: O estudo conclui que o desporto e a recreação têm um elevado potencial inclusivo, cuja eficácia depende da integração explícita do paradigma da neurodiversidade, da formação de professores baseada na evidência e do reforço de políticas educativas contextualizadas.
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