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Soares de Passos, Álvares de Azevedo e a Escola Cemiterial lusófona

    1. [1] Universidade Federal de Mato Grosso

      Universidade Federal de Mato Grosso

      Brasil

  • Localización: Letras de Hoje: Estudos e debates de assuntos de lingüística, literatura e língua portuguesa, ISSN 0101-3335, Vol. 60, Nº. 1, 2025 (Ejemplar dedicado a: Single Volume - Continuous flow; e48076)
  • Idioma: portugués
  • Títulos paralelos:
    • Soares de Passos, Álvares de Azevedo and the lusophone Graveyard School
    • Soares de Passos, Álvares de Azevedo y la escuela del cementerio lusófona
  • Enlaces
  • Resumen
    • español

      En las historiografías literarias portuguesa y brasileña, la bifurcación del Romanticismo en tres fases implicó cierto desdén por la segunda generación en ambos países. Este desdén, ya manifestado en el apodo hiperbólico que la designa – “ultrarromanticismo” – pa-rece haber ofuscado la lupa crítica para el escrutinio de las inflexiones de esta vertiente romántica. Partiendo de la premisa de que esta fase es más matizada de lo que la historiografía presume, este artículo examina hasta qué punto se perfiló en Portugal y Brasil una Escuela del Cementerio análoga a la Graveyard Schoolbritánica, con la que entraron en contacto literatos de ambos países. Para eso, comparo los poemas “O noi-vado do sepulchro”, de Soares de Passos, y “O poeta moribundo”, de Álvares de Azevedo, ya que ambos encapsulan idiosincrasias de esta contraparte lusófona y las exploran con más finura que sus coetáneos. Una evaluación comparativa de estos textos muestra que uno y otro se basan en la conciliación de dos categorías estéticas, lo trágico y lo grotesco, en la medida en que el primero proporciona la base temática (la muerte del yo o del otro) y el segundo su tratamiento (lo insólito o lo cómico). En “O noivado do sepulchro”, el enfoque de la muerte armoniza lo trágico (la separación de los amantes) y lo grotesco (el reencuentro de los cadáveres) de tal manera que ambos se atenúan mutuamente y la balada no es ni macabra ni burlesca. En “El poeta moribundo”, lo trágico y lo grotesco se entremezclan de forma agonística, ya que el carácter trágico de la muerte se ve contrarrestado por el carácter cómico de su representación

    • português

      Nas historiografias literárias portuguesa e brasileira, a bifurcação do Romantismo em três fases implicou, desde logo, certo desdém pela segunda geração nos dois países. Esse desapreço, manifesto já na alcunha hiperbólica que a designa – “ultrarromantismo” –, parecer ter enturvado a lupa da crítica para o escrutínio de inflexões nessa vertente romântica. Sob a premissa de que tal fase é mais nuançada do que presume a historiografia, este artigo examina em que medida ali se delineou, em Portugal e no Brasil, uma Escola Cemiterial análoga à Graveyard School britânica, com a qual literatos de ambos os países travaram contato. Para tanto, procedo ao cotejamento entre os poemas “O noi-vado do sepulchro”, de Soares de Passos, e “O poeta moribundo”, de Álvares de Azevedo, pois ambos encapsulam idiossincrasias dessa congênere lusófona e as exploram com mais finura do que seus pares. A apreciação comparatista desses textos evidencia que um e outro se fundam na conciliação entre duas categorias estéticas, o trágico e o grotesco, na medida em que aquela fornece a base temática (a morte de si ou do outro) e esta seu tratamento (o insólito ou o cômico). Em “O noivado do sepulchro”, a abordagem da morte harmoniza o trágico (a separação dos amantes) e o grotesco (o reencontro dos cadáveres), tal que ambos se atenuam reciprocamente e a balada não resta macabra nem burlesca. Por sua vez, em “O poeta moribundo”, o trágico e o grotesco se imis-cuem de forma agonística, uma vez que a tragicidade da morte é contraposta pela comicidade da sua representação

    • English

      In Portuguese and Brazilian literary historiography, the bifurcation of Romanticism into three phases implied a certain disdain for the second generation in both countries. This contempt, already manifested in the hyperbolic nickname that designates it – “ultraromanticism” – seems to have distorted critics’ lens to scrutinize the inflections in this romantic strand. Based on the premise that this phase is more nuanced than historiography presumes, this article examines the extent to which it was outlined in Portugal and Brazil a Escola Cemiterial analo-gous to the British Graveyard School, with which literary men from both countries came into contact. To this end, I compare the poems “O noivado do sepulchro”, by Soares de Passos, and “O poeta moribundo”, by Álvares de Azevedo, since both encapsulate idiosyncrasies of this Lusophone counterpart and explore them with more finesse than their peers. A comparative assessment of these texts shows that one and the other are based on the reconciliation of two aesthetic categories, the tragic and the grotesque, insofar as the former provides the thematic basis (the death of the self or the other) and the latter its treatment (the unusual or the comic). In “O noivado do sepulchro”, the approach to death harmonizes the tragic (the separation of the lovers) and the grotesque (the reunion of the corpses) in such a way that both are mutually attenuated and the ballad is neither macabre nor burlesque. In “O poeta moribundo”, for its turn, the tragic and the grotesque intermingle in an agonistic way, since the tragic nature of death is countered by the comic nature of its representation.


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