Brasil
En la perspectiva de la Teoría de los Sis-temas Dinámicos Complejos, la variabilidad intraindi-vidual desempeña un papel funcional en el desarrollo de nuevos patrones y habilidades en una segunda lengua (L2), constituyéndose como un indicador de dicho proceso de desarrollo. En un estudio reciente, Verspoor y de Bot (2022) sostienen que mayores índices de variabilidad están asociados a mayores avances en el desarrollo durante momentos de aprendizaje intensivo. Los autores proponen el uso de dos medi-das – el Coeficiente de Variación (CoV) y la Desviación Estándar de las Diferencias (SDd) – para cuantificar y comparar el grado de variabilidad en distintas series de datos con múltiples aprendices. En este estudio, de carácter exploratorio, empleamos dichos índices para evaluar avances en el desarrollo relativos a un fenómeno fonético-fonológico del inglés como L2. A partir de datos provenientes de un estudio longitudinal con 11 aprendices brasileños, buscamos investigar si la variabilidad (operacionalizada mediante CoV y SDd) se correlaciona con mejoras en la duración vocálica ante oclusivas sonoras /b d g/ en posición final de sílaba en inglés-L2. En 12 sesiones de recolección, los participantes grabaron su producción de monosílabos terminados en oclusivas sonoras. Entre la primera y la segunda sesión, los aprendices, organizados en tres grupos, recibieron diferentes tipos de insumo pedagógico: únicamente entrenamiento perceptivo, entrenamiento perceptivo acompañado de instrucción explícita o ningún tipo de entrenamiento/instrucción. Tras el análisis acústico de los datos, se calcularon (a) los aumentos en la duración vocálica ante cada consonante, (b) el CoV y (c) el SDd de la duración de las vocales para cada participante en cada sesión.Las pruebas de correlación realizadas indican que la variabilidad se asocia positivamente al incremento en la duración vocálica a lo largo del período investigado. Los hallazgos resaltan la importancia de la variabilidad intraindividual en el desarrollo de nuevos patrones de pronunciación en L2, especialmente cuando se vincula a períodos de aprendizaje acelerado.
Na perspectiva da Teoria dos Sistemas Dinâmicos Complexos, a variabilidade intraindividual apresenta um papel funcional no desenvolvimento de novos padrões e habilidades em segunda língua (L2), sendo um indicador desse processo de desenvolvimento. Em um trabalho recente, Verspoor e de Bot (2022) argumentam que maiores índices de variabilidade estão associados a maiores ganhos desenvolvimentais em momentos de aprendizagem intensa. Os autores exploram a utilização de duas medidas – o Coeficiente de Variação (CoV) e o Desvio Padrão de Diferenças (SDd) – para mensurar e comparar o grau de variabilidade em diferentes séries de dados com múltiplos aprendizes. Nes-te trabalho, de caráter exploratório, utilizamos tais índices para avaliar ganhos desenvolvimentais referentes a um fenômeno fonético-fonológico do inglês (L2). A partir de dados de um estudo longitudinal com 11 aprendizes brasileiros, objetiva-se investigar se a variabilidade (operacionalizada em CoV e SDd) está correlacionada com ganhos de duração vocálica em relação às plosivas vozeadas /b d g/ em posição final de sílaba em inglês-L2. Em 12 sessões de coleta, os participantes gravaram a sua produção de monossílabos encerrados em plosivas vozeadas. Entre a primeira e a segunda coletas, os aprendizes, organizados em três grupos, receberam diferentes insumos pedagógicos: apenas treinamento perceptual, treinamento perceptual associado à instrução explícita ou nenhum treinamento/instrução. Após a análise acústica dos dados, calculamos (a) os ganhos de duração vocálica para cada consoante, (b) o CoV e (c) o SDd da duração das vogais para cada participante em cada coleta. Os testes correla-cionais realizados indicam que a variabilidade está positivamente associada ao aumento da duração das vogais ao longo do período investigado. Os achados destacam a importância da variabilidade intraindividual no desenvolvimento de novos padrões de pronúncia em L2, em especial quando associados a períodos de aprendizado acelerado.
In Complex Dynamic Systems Theory (CDST), intra-individual varia-bility plays a functional role in the development of new patterns and skills in a Second Language (L2), serving as an indicator of developmental progress. In a recent study, Verspoor and de Bot (2022) argue that higher levels of variability are associated with greater developmental gains during periods of intensive learning. The authors propose the use of two measu-res – the Coefficient of Variation (CoV) and the Stan-dard Deviation of Differences (SDd) – to quantify and compare variability across datasets involving multiple learners. The present exploratory study employs these measures to assess developmental gains related to a phonetic-phonological phenomenon in English as an L2. Drawing on longitudinal data from 11 Brazilian learners, we aim to investigate whether variability (operationalized as CoV and SDd) correlate with vowel length gains preceding the voiced plosives /b d g/ in syllable-final position in L2 English. In 12 recording sessions, participants produced monosyllabic words ending in voiced stop consonants. Between the first and second data collection points, learners – divided into three groups – received different pedagogical tre-atments: perceptual training only, perceptual training combined with explicit pronunciation instruction, or no training/instruction. Following the acoustic analysis, we calculated (a) vowel length gains for each stop consonant, (b) the CoV, and (c) the SDd of vowel len-gth for each participant at each datapoint. Correlation analyses indicate that variability is positively associated with the increase in vowel length over the course of the study. These findings highlight the relevance of intra-individual variability in the development of new pronunciation patterns in the L2, especially in periods of accelerated learning.
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