Ayuda
Ir al contenido

Dialnet


“Escrevo porque quero ser lido(a)” vozes estudantis decoloniais na construção de um jornal escolar no Sertão Paraibano

    1. [1] Universidade Federal de Campina Grande

      Universidade Federal de Campina Grande

      Brasil

  • Localización: Letras de Hoje: Estudos e debates de assuntos de lingüística, literatura e língua portuguesa, ISSN 0101-3335, Vol. 60, Nº. 1, 2025 (Ejemplar dedicado a: Single Volume - Continuous flow; e48076)
  • Idioma: portugués
  • Títulos paralelos:
    • “Escribo porque quiero ser leído(a)”: Voces estudiantiles decoloniales en la construcción de un periódico escolar en el Sertón de Paraíba
    • “I Write Because I Want to Be Read”: Decolonial Student Voices in the Construction of a School Newspaper in the Hinterlands of Paraíba
  • Enlaces
  • Resumen
    • español

      Este artículo analiza la experiencia colaborativa de producción de un periódico escolar por parte de estudiantes de Educación Secundaria de una institución pública federal en el Sertón de Paraíba, a partir de un enfoque fundamentado en la Teoría Dialógica del Lenguaje y en los Estudios Decoloniales. La propuesta surgió de la necesidad de resignificar la enseñanza de la escri-tura como una práctica social situada, responsiva y ética, rompiendo con modelos escolares tecnicistas y normativos. Se trata de una investigación cualitativa e interventiva, basada en la investigación-acción co-laborativa, con generación de datos a través de cues-tionarios aplicados antes y después de la producción del periódico, textos autorales de los/as estudiantes y el diario de campo de la investigadora. Los géneros periodísticos - especialmente la entrevista - fueron movilizados como instrumentos de escucha, autoría y circulación de voces históricamente silenciadas. El análisis dialógico de los datos reveló desplazamientos significativos en las concepciones de los/as estudian-tes sobre la escritura, que pasó a ser entendida como una práctica de autoría, participación comunitaria e intervención crítica en el mundo. Se concluye que la escritura escolar, cuando es concebida desde una perspectiva decolonial y dialógica, puede convertirse en un espacio de reinvención epistémica y de afirma-ción de los sujetos como productores legítimos de saber y discurso.

    • English

      This article analyzes the collaborative experience of producing a school newspaper by high school students from a federal public institution in the hinter-lands of Paraíba, grounded in the Dialogical Theory of Language and Decolonial Studies. The initiative emerged from the need to reframe writing instruction as a situated, responsive, and ethical social practice, breaking with technicist and normative school models. This is a qualitative and intervention-based research, anchored in collaborative action research, with data generated through ques-tionnaires applied before and after the newspaper production, students’ original texts, and the researcher’s field journal. Journalistic genres – especially the inter-view – were used as tools for listening, authorship, and circulation of historically silenced voices. The dialogical analysis of the data revealed significant shifts in students’ conceptions of writing, which came to be understood as a practice of authorship, community participation, and critical engagement with the world. The study concludes that school writing, when conceived from a decolonial and dialogical perspective, can become a space for epistemic reinvention and for the affirmation of students as legitimate producers of knowledge and discourse.

    • português

      Este artigo analisa a experiência de produção colaborativa de um jornal escolar por estudantes do Ensino Médio de uma instituição pública federal no Sertão Paraibano, a partir de uma abordagem fundamentada na Teoria Dialógica da Linguagem e nos Estudos Decoloniais. A proposta emergiu da necessidade de ressignificar o ensino da escrita como prática social situada, responsiva e ética, rompendo com modelos escolares tecnicistas e normativos. A pesquisa assumiu caráter qualitativo e interventivo, ancorada na pesquisa-ação colaborativa, com geração de dados por meio de questionários aplicados antes e após a produção do jornal, textos autorais dos/as estudantes e diário de campo da pesquisadora. Os gêneros jornalísticos – especialmente a entrevista – foram mobilizados como instrumentos de escuta, autoria e circulação de vozes historicamente silenciadas. A análise dialógica dos dados revelou deslocamentos significativos nas concepções dos/as estudantes sobre a escrita, que passou a ser entendida como prática de autoria, participação comunitária e intervenção crítica no mundo. Conclui-se que a escrita escolar, quando concebida sob uma perspectiva decolonial e dialógica, pode tornar-se espaço de reinvenção epistêmica e de afirmação dos sujeitos como produtores legítimos de saber e discurso.


Fundación Dialnet

Dialnet Plus

  • Más información sobre Dialnet Plus

Opciones de compartir

Opciones de entorno