La introducción contextualiza la atención infantil como una estrategia de Atención Primaria de Salud (APS), alineada con la Política Nacional de Atención Integral a la Salud Infantil (PNAISC) y los derechos sociales garantizados por la Constitución Federalde 1988. El objetivo central es demostrar cómo esta práctica enriquece la formación académica, integrando la teoría, la práctica clínica y la responsabilidad social. Materiales y Métodos: La metodología se basa en un relato de experiencia de estudiantes de medicina en una Unidad Básica de Salud (UBS) en Marabá-PA, en 2025, donde participaron en consultas de puericultura siguiendo protocolos ministeriales, con supervisión de profesores. Las actividades incluyeron anamnesis, evaluación antropométrica, verificación de vacunación y orientación sobre lactancia materna, respetando la confidencialidad y el consentimiento de las familias, la mayoría de las cuales son de bajos ingresos. Resultados: Los resultados mostraron desafíos como la adaptación del lenguaje técnico para un diálogo accesible y la necesidad de abordar preguntas básicas sobre el cuidado infantil. La experiencia permitió el desarrollo de habilidades clínicas (examen físico, interpretación de datos) y socioemocionales (empatía, comunicación), ademásde reforzar el papel educativo del cuidado infantil en contextos vulnerables. Conclusión: Se concluye que la práctica temprana en el cuidado de niños fortalece la formación médica, combinando habilidades técnicas y humanización. La experiencia destaca al SUS como un espacio de aprendizaje transformador, formando profesionales para trabajar integralmente, sensibles a las demandas sociales y comprometidos con la promoción de la salud desde la infancia.
Introduction:The introduction contextualizes childcare as a strategy of Primary Health Care (PHC), aligned with the National Policy for Comprehensive Child Health Care (PNAISC) and the social rights guaranteed by the Federal Constitution of 1988. The central objective is to demonstrate how this practice enriches academic training, integrating theory, clinical practice and social responsibility. Materials and Methods: The methodology is based on an experience report of medical students in a Basic Health Unit (UBS) in Marabá-PA, in 2025, where they participated in childcare consultations following ministerial protocols, with faculty supervision. The activities included anamnesis, anthropometric assessment, vaccination verification and guidance on breastfeeding, respecting the confidentiality and consent of the families, most of whom are low-income. Results: The results highlighted challenges such as the adaptation of technical language for accessible dialogue and the need to address basic questions about child care. The experience allowed the development of clinical skills (physical examination, data interpretation) and socio-emotional skills (empathy, communication), in addition to reinforcing the educational role of childcare in vulnerable contexts. Conclusion:It is concludedthat early practice in childcare strengthens medical training, combining technical skills and humanization. The experience highlights the SUS as a space for transformative learning, training professionals to work integrally, sensitive to social demands and committed to health promotion from childhood.
A introdução contextualiza a puericultura como estratégia da Atenção Primária à Saúde (APS), alinhada à Política Nacional de Atenção Integral à Saúde da Criança (PNAISC) e aos direitos sociais garantidos pela Constituição Federal de 1988. O objetivo central é demonstrar como essa prática enriquece a formação acadêmica, integrando teoria, prática clínica e responsabilidade social. Materiais e Metodos: A metodologia baseia-se em um relato de experiência de acadêmicos de Medicina em uma Unidade Básica de Saúde (UBS) de Marabá-PA, em 2025, onde participaram de consultas de puericultura seguindo protocolos ministeriais, com supervisão docente. As atividades incluíram anamnese, avaliação antropométrica, verificação de vacinação e orientações sobre aleitamento materno, respeitando-se a confidencialidade e o consentimento das famílias, em sua maioria de baixa renda. Resultados: Os resultados evidenciaram desafios como a adaptação da linguagem técnica para diálogo acessível e a necessidade de abordar dúvidas básicas sobre cuidados infantis. A vivência permitiu desenvolver habilidades clínicas (exame físico, interpretação de dados) e socioemocionais (empatia, comunicação), além de reforçar o papel educativo da puericultura em contextos vulneráveis. Conclusão: Conclui-se que a prática precoce em puericultura fortalece a formação médica, unindo competências técnicas e humanização. A experiência ressalta o SUS como espaço de aprendizagem transformadora, capacitando profissionais para atuação integral, sensível às demandas sociais e comprometida com a promoção da saúde desde a infância.
© 2001-2026 Fundación Dialnet · Todos los derechos reservados