Santiago, Chile
El objetivo de este artículo es examinar las razones por las cuales John Rawls considera incompatible su concepción de la justicia como equidad con el modelo del Estado de bienestar capitalista, a pesar de las reiteradas comparaciones y aparentes similitudes entre ambos. En contraposición, Rawls propone como régimen socioeconómico una democracia de propietarios. En primer lugar, se ofrece una breve revisión del marco histórico, político y filosófico en el que se sitúa este debate. A continuación, se presentan y desarrollan los argumentos que evidencian las limitaciones del Estado de bienestar capitalista para asegurar una igualdad y reciprocidad democrática.
O objetivo deste artigo é examinar as razões pelas quais John Rawls considera incompatível sua concepção de justiça como equidade com o modelo do Estado de bem-estar capitalista, apesar das reiteradas comparações e aparentes semelhanças entre ambos. Em contraposição, Rawls propõe como regime socioeconômico uma democracia de proprietários. Em primeiro lugar, apresenta-se uma breve revisão do contexto histórico, político e filosófico em que se insere esse debate. Em seguida, expõem-se e desenvolvem-se os argumentos que evidenciam as limitações do Estado de bem-estar capitalista para assegurar a igualdade e a reciprocidade democráticas.
The objective of this paper is to examine the reasons why John Rawls considers his conception of justice as fairness incompatible with the capitalist welfare state model, despite the repeated comparisons and apparent similarities between the two. In contrast, Rawls proposes a property-owning democracy as the socio-economic regime. Firstly, a brief review is provided of the historical, political, and philosophical framework within which this debate is situated. Next, the arguments are presented and developed to demonstrate the limitations of the capitalist welfare state in ensuring democratic equality and reciprocity.
© 2001-2026 Fundación Dialnet · Todos los derechos reservados