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Correlação entre tempo de prática, níveis de depressão, autoestima e qualidade de vida em idosos praticantes de treinamento resistido

  • Autores: Bruna Delecrodi Mouzinho, Giullio César Pereira Salustiano Mallen da Silva, Alex Santos Meireles, Maria Elisa Koppke Miranda, Mario Cezar de Souza Costa Conceiçao, Ana Beatriz Moreira de Carvalho Monteiro, Dirceu Ribeiro Nogueira da Gama, Rodrigo Gomes de Souza Vale
  • Localización: Revista Brasileira de Prescrição e Fisiologia do Exercício (RBPFEX), ISSN-e 1981-9900, Vol. 20, Nº. 125, 2026, págs. 76-84
  • Idioma: portugués
  • Títulos paralelos:
    • Correlation between practice time, levels of depression, self-esteem, and quality of life in older practicing resistance training
    • Correlación entre el tiempo de entrenamiento, niveles de depresión, autoestima y calidad de vida en personas mayores que practican entrenamiento de resistencia.
    • Correlazione tra tempo di allenamento, livelli di depressione, autostima e qualità della vita negli anziani che praticano l'allenamento di resistenza.
    • Correlação entre o tempo de prática, os níveis de depressão, a autoestima e a qualidade de vida em idosos praticantes de treino de resistência
  • Enlaces
  • Resumen
    • español

      La percepción que una persona mayor tiene de sí misma, sumada a la forma en que evalúa sus propias capacidades y valores, influye directamente en su salud mental y bienestar. Una baja autoestima puede desencadenar sentimientos de insatisfacción, soledad y ansiedad, lo que favorece el desarrollo de síntomas depresivos. La depresión, a su vez, es un trastorno multifactorial, comúnmente asociado con el aislamiento social, la presencia de enfermedades discapacitantes y una reducción en la calidad de vida. Por lo tanto, comprender las interrelaciones entre estos factores es importante para desarrollar estrategias efectivas que promuevan la salud mental en la población mayor. El objetivo fue analizar las asociaciones entre el tiempo de práctica, los niveles de depresión, la autoestima y la calidad de vida en personas mayores que practican entrenamiento de resistencia. Cuarenta personas mayores (edad: ≥ 60 años) fueron evaluadas en un gimnasio en la zona norte de Río de Janeiro. Se utilizó el cuestionario WHOQOL-OLD para la calidad de vida, la Escala de Autoestima de Rosenberg (RSES) para la autoestima y la Escala de Depresión Geriátrica (GDS-15) para detectar los niveles de depresión. Los resultados mostraron correlaciones negativas (p<0,05) entre la edad y la autoestima, la edad y Fac4 (participación social), y la autoestima y la depresión. Además, se observaron correlaciones positivas (p<0,05) entre el tiempo de práctica, Fac1 (funcionamiento sensorial) y Fac4 (participación social); la autoestima y Fac1, Fac2 (autonomía), Fac3 (actividades pasadas, presentes y futuras) y QGV_OLD (calidad de vida general). La práctica de entrenamiento de resistencia puede influir positivamente en la autoestima, los niveles de depresión y la calidad de vida percibida en adultos mayores.

    • English

      The perception that older adults have of themselves, combined with how they evaluate their own abilities and values, directly influences their mental health and well-being. Low levels of self-esteem may trigger feelings of dissatisfaction, loneliness, and anxiety, contributing to the development of depressive symptoms. Depression, in turn, is a multifactorial disorder commonly associated with social isolation, the presence of disabling illnesses, and reduced quality of life. Thus, understanding the interrelationships between these factors is important for developing effective strategies to promote mental health among the elderly. This study aimed to analyze the associations between training duration, levels of depression, self-esteem, and quality of life in older adults who practice resistance training. A total of 40 older individuals (aged ≥ 60 years) from a gym located in the northern zone of Rio de Janeiro were evaluated. The WHOQOL-OLD questionnaire was used to assess quality of life, the Rosenberg Self-Esteem Scale (RSES) for self-esteem, and the 15-item Geriatric Depression Scale (GDS-15) to assess depression levels. The results showed negative correlations (p<0.05) between age and self-esteem, age and Fac4 (social participation), and between self-esteem and depression. Additionally, positive correlations (p < 0.05) were observed between training duration and Fac1 (sensory functioning) and Fac4 (social participation); self-esteem and Fac1, Fac2 (autonomy), Fac3 (past, present, and future activities), and GQOL_OLD (general quality of life). Resistance training may positively influence self-esteem, depression levels, and perceived quality of life in older adults.

    • português

      A percepção que o idoso tem de si mesmo, aliada à forma como avalia suas próprias capacidades e valores, influencia diretamente sua saúde mental e bem-estar. Níveis reduzidos de autoestima podem desencadear sentimentos de insatisfação, solidão e ansiedade, favorecendo o desenvolvimento de quadros depressivos. A depressão, por sua vez, configura-se como um transtorno multifatorial, comumente associado ao isolamento social, à presença de doenças incapacitantes e à redução da qualidade de vida. Assim, compreender as inter-relações entre esses fatores é importante para a elaboração de estratégias eficazes de promoção da saúde mental na população idosa. O objetivo foi analisar as associações entre o tempo de prática, níveis de depressão, autoestima e qualidade de vida em idosos praticantes de treinamento resistido. Foram avaliados 40 idosos (idade: ≥ 60 anos), em uma academia na zona norte do Rio de Janeiro. Utilizaram-se o questionário WHOQOL-OLD para qualidade de vida, a Escala de Autoestima de Rosenberg (RSES) para autoestima, e a Escala Geriátrica de Depressão (GDS-15) para detectar níveis de depressão. Os resultados mostraram correlações negativas (p<0,05) entre idade e autoestima, idade e Fac4 (participação social), e autoestima e depressão. Ademais, houve correlações positivas (p<0,05) entre tempo de prática, Fac1 (funcionamento do sensório) e Fac4 (participação social); autoestima e Fac1, Fac2 (autonomia), Fac3 (atividades passadas, presentes e futuras) e QGV_OLD (qualidade de vida geral). A prática de treinamento resistido pode influenciar positivamente a autoestima, níveis de depressão e percepção de qualidade de vida em idosos.

    • português

      A perceção que o idoso tem de si próprio, aliada à forma como avalia as suas próprias capacidades e valores, influencia diretamente a sua saúde mental e bem-estar. Níveis reduzidos de autoestima podem desencadear sentimentos de insatisfação, solidão e ansiedade, favorecendo o desenvolvimento de quadros depressivos. A depressão, por sua vez, configura-se como uma perturbação multifatorial, comummente associada ao isolamento social, à presença de doenças incapacitantes e à redução da qualidade de vida. Assim, compreender as inter-relações entre estes factores é importante para a elaboração de estratégias eficazes de promoção da saúde mental na população idosa. O objetivo foi analisar as associações entre o tempo de prática, os níveis de depressão, a autoestima e a qualidade de vida em idosos praticantes de treino de resistência. Foram avaliados 40 idosos (idade: ≥ 60 anos), num ginásio da zona norte do Rio de Janeiro. Utilizaram-se o questionário WHOQOL-OLD para qualidade de vida, a Escala de Autoestima de Rosenberg (RSES) para autoestima, e a Escala Geriátrica de Depressão (GDS-15) para detetar níveis de depressão. Os resultados mostraram correlações negativas (p<0,05) entre a idade e a autoestima, a idade e a Fac4 (participação social), e a autoestima e a depressão. Ademais, verificaram-se correlações positivas (p<0,05) entre o tempo de prática, a Fac1 (funcionamento do sensório) e a Fac4 (participação social); autoestima e Fac1, Fac2 (autonomia), Fac3 (atividades passadas, presentes e futuras) e QGV_OLD (qualidade de vida geral). A prática de treino de resistência pode influenciar positivamente a autoestima, os níveis de depressão e a perceção da qualidade de vida nos idosos.

    • italiano

      La percezione che una persona anziana ha di sé, insieme al modo in cui valuta le proprie capacità e i propri valori, influenza direttamente la sua salute mentale e il suo benessere. Livelli ridotti di autostima possono innescare sentimenti di insoddisfazione, solitudine e ansia, favorendo lo sviluppo di sintomi depressivi. La depressione, a sua volta, è un disturbo multifattoriale, comunemente associato all'isolamento sociale, alla presenza di malattie invalidanti e a una riduzione della qualità della vita. Pertanto, comprendere le interrelazioni tra questi fattori è importante per sviluppare strategie efficaci per promuovere la salute mentale nella popolazione anziana. L'obiettivo era analizzare le associazioni tra tempo di pratica, livelli di depressione, autostima e qualità della vita in individui anziani che praticano allenamento di resistenza. Quaranta individui anziani (età: ≥ 60 anni) sono stati valutati in una palestra nella zona nord di Rio de Janeiro. Il questionario WHOQOL-OLD è stato utilizzato per la qualità della vita, la Rosenberg Self-Esteem Scale (RSES) per l'autostima e la Geriatric Depression Scale (GDS-15) per rilevare i livelli di depressione. I risultati hanno mostrato correlazioni negative (p<0,05) tra età e autostima, età e Fac4 (partecipazione sociale) e autostima e depressione. Inoltre, sono state riscontrate correlazioni positive (p<0,05) tra tempo di pratica, Fac1 (funzionamento sensoriale) e Fac4 (partecipazione sociale); autostima e Fac1, Fac2 (autonomia), Fac3 (attività passate, presenti e future) e QGV_OLD (qualità generale della vita). La pratica dell'allenamento di resistenza può influenzare positivamente l'autostima, i livelli di depressione e la qualità della vita percepita negli anziani.


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