Este artículo, basado en una revisión sistemática de la literatura es un artículo de reflexión que aborda la aplicación de la neurociencia en la educación. La revisión se realizó entre fuentes académicas publicadas en diferentes países, durante el año 2024. En las últimas décadas, la neuroeducación ha emergido como una disciplina clave para mejorar la enseñanza y el aprendizaje mediante una comprensión profunda del cerebro humano. Uno de los conceptos fundamentales es la plasticidad cerebral, que refleja la capacidad del cerebro para reorganizarse en respuesta a nuevas experiencias, lo que subraya la importancia de proporcionar entornos de aprendi- zaje ricos y variados que fortalezcan las conexiones neuronales y mejoren las capacidades cognitivas de los estudiantes. Se destacan varias técnicas pedagógicas basadas en la neurociencia educativa, como el aprendizaje basado en proyectos y el aprendizaje activo, que han demostrado ser eficaces para mejorar la retención de información y la motivación intrínseca. Además, se discute la ne- cesidad de corregir los neuromitos comunes en el ámbito educativo y la relevancia de la educación emocional para crear ambientes de aprendizaje más efectivos. El estudio enfatiza la necesidad de formación continua para los docentes en neurociencia educativa y la adopción de tecnologías educativas, como neurorobots y EEG, para apoyar el desarrollo de métodos de enseñanza personalizados y adaptativos que mejoren el rendimiento académico y el bienestar
This article, based on a systematic review of the literature, is a reflection paper that addresses the application of neuroscience in education. The review was conducted using academic sources published in different countries during the year 2024. In recent de- cades, neuroeducation has emerged as a key discipline to improve teaching and learning through a deep understanding of the human brain. One of the fundamental concepts is brain plasticity, which reflects the brain’s ability to reorganize itself in response to new experiences, highlighting the importance of providing rich and va- ried learning environments that strengthen neural connections and improve students’ cognitive abilities. Several neuroscience-based pedagogical techniques, such as project-based learning and acti- ve learning, have proven to be effective in enhancing information retention and intrinsic motivation. Additionally, the need to correct common neuromyths in the educational field and the importance of emotional education in creating more effective learning environ- ments are discussed. The study emphasizes the need for continuous teacher training in educational neuroscience and the adoption of educational technologies, such as neurorobots and EEG, to support the development of personalized and adaptive teaching methods that improve academic performance and students’ socio-emotional well-being. The identified limitations include the lack of resources and specialized training, particularly in diverse cultural and socio-economic contexts. It is suggested that future studies evaluate the long-term effects of these interventions and explore more integrated approaches to neuroscience-based education.
Este artigo, baseado em uma revisão sistemática da literatura, é um artigo de reflexão que aborda a aplicação da neurociência na educação. A revisão foi realizada com base em fontes acadêmicas publicadas em diferentes países, durante o ano de 2024. Nas últimas décadas, a neuroeducação emergiu como uma disciplina chave para melhorar o ensino e a aprendizagem por meio de uma compreensão profunda do cérebro humano. Um dos conceitos fundamentais é a plasticidade cerebral, que reflete a capacidade do cérebro de se reorganizar em resposta a novas experiências, destacando a importância de proporcionar ambientes de aprendizagem ricos e variados que fortaleçam as conexões neurais e melhorem as capacidades cognitivas dos estudantes. Diversas técnicas pedagógicas basea- das na neurociência educacional, como a aprendizagem baseada em projetos e a aprendizagem ativa, mostraram-se eficazes para melhorar a retenção de informações e a motivação intrínseca. Além disso, discute-se a necessidade de corrigir os neuromitos comuns no campo educacional e a importância da educação emocional para criar ambientes de aprendizagem mais eficazes. O estudo enfatiza a necessidade de formação contínua dos professores em neurociência educacional e a adoção de tecnologias educacionais, como neuro- rrobôs e EEG, para apoiar o desenvolvimento de métodos de ensino personalizados e adaptativos que melhorem o desempenho acadê- mico e o bem-estar socioemocional dos estudantes. As limitações identificadas incluem a falta de recursos e formação especializada, especialmente em contextos culturais e socioeconômicos diversos. Sugere-se que estudos futuros avaliem os efeitos a longo prazo dessas intervenções e explorem abordagens mais integradas para uma educação baseada na neurociência.
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