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Beauty Tax: The Unfair Price Women Pay in Politics

    1. [1] USP/ UGR
  • Localización: Ethics, Politics & Society, ISSN 2184-2582, ISSN-e 2184-2574, Vol. 8, Nº. 2, 2025
  • Idioma: inglés
  • Enlaces
  • Resumen
    • English

      This study examines the Brazilian President Dilma Rousseff’s (2011-2016) work of aesthetic change during her election campaign. Analyzing interviews with her image team and media coverage (Estadão, Folha, G1, O Globo, Veja), we reveal how Rousseff's strategic transformations – creating the “Dilmãe” matron image – to seduce their supporters and various sectors of society. Bourdieusian analysis shows her team negotiated: hair lightening for approachability, pearls for respectability, and softened tailoring for maternal authority. Yet post-election, these same choices were weaponized as either “hysterical” (excessively feminine) or “unlikable” (insufficiently feminine). We identify: (1) a competence-beauty paradox forcing impossible negotiations, and (2) how compulsory aesthetic labor sustains masculine domination (Bourdieu, 1998) by demanding women politicians perform contradictory bodily hexis. Ultimately, this case demonstrates how semiotic violence (Krook, 2020, 2022) structurally undermines women’s political legitimacy, exposing democracy’s gendered contradictions. The findings challenge meritocratic illusions in political fields, revealing scrutiny and aesthetic transformations as a mechanism for perpetuating female exclusion from democratic exercise.

    • português

      Este estudo analisa o trabalho de transformação estética da presidenta brasileira Dilma Rousseff (2011-2016) durante sua campanha eleitoral. A partir de entrevistas com sua equipe de imagem e da análise de cobertura midiática (Estadão, Folha, G1, O Globo, Veja), revelamos como as transformações estratégicas de Rousseff – criando a imagem matronal de “Dilmãe” – visavam conquistar eleitores/as e diversos setores da sociedade. A análise bourdieusiana demonstrou a negociação de sua equipe: clareamento dos cabelos para aproximação, pérolas para respeitabilidade e trajes suavizados para autoridade maternal. Entretanto, após a eleição, essas mesmas escolhas foram instrumentalizadas como “histeria” (feminilidade excessiva) ou “antipatia” (feminilidade insuficiente). Identificamos: (1) um paradoxo competência-beleza que impõe negociações impossíveis, e (2) como o trabalho estético compulsório sustenta a dominação masculina (Bourdieu, 1998) ao exigir performances contraditórias de hexis corporal. Este caso demonstra como a violência simbólica estética (Krook, 2020) mina estruturalmente a legitimidade política das mulheres, expondo contradições de gênero na democracia. Os resultados desafiam ilusões meritocráticas nos campos políticos, revelando o escrutínio e as transformações estéticas como mecanismo de perpetuação da exclusão feminina do exercício democrático.


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